O meu amigo L. esteve recentemente na Rússia e, passando por S. Petersburgo, foi visitar o primeiro Museu Erótico do país, inaugurado em 2004. O museu fica abrigado numa clínica de urologia, dirigida pelo Dr. Igor Kniazkin, urologista e sexólogo, especializado no tratamento da impotência masculina. Consta que o médico possui mais de 12.000 objetos eróticos, mas, nem todos ficam regularmente expostos na clínica: os de maior valor são protegidos por seguros milionários e estão guardados em local apropriado.
Muitos dos objetos são doados por clientes agradecidos, que conhecem as preferências de colecionador do sexólogo.
Dentre os objetos que fazem parte da exposição permanente, está uma coleção de falos de cerâmica e de imagens eróticas, algumas datadas do século XVIII. O catálogo que está à disposição dos visitantes explica que, segundo o ponto de vista do Dr. Kniazkin, o museu, além de ter se transformado num importante ponto turístico, também contribui para ajudar os pacientes a superarem seus problemas sexuais.
Agora, insólito mesmo, é o objeto mais caro do museu, e sua grande atração: o pênis (conservado em solução com álcool) do legendário monge Rasputin, controversa personagem histórica, curandeiro e conselheiro dos últimos czares russos: Nicolau e Alexandra. Rasputin, famoso por sua performance como amante (há quem diga que nem mesmo a czarina escapou) foi morto por ocasião da Revolução Russa. À frente da vitrine onde está exposto, lê-se: ” Pênis de Rasputin; assassinado em São Petersburgo na madrugada de 16 para 17 de dezembro de 1916. 28,5cm.”
Diz uma lenda urbana russa que só olhar para ele já combate a impotência e torna o observador mais sexy, possibilidade que o Dr. Kniazkin confirma. Diante dos fatos, sugeri ao meu amigo L. sociedade numa agência de turismo com proposta exclusiva: organização de romarias para S. Petersburgo. Embora o remédio seja russo, o negócio parece da china.
Muitos dos objetos são doados por clientes agradecidos, que conhecem as preferências de colecionador do sexólogo.
Dentre os objetos que fazem parte da exposição permanente, está uma coleção de falos de cerâmica e de imagens eróticas, algumas datadas do século XVIII. O catálogo que está à disposição dos visitantes explica que, segundo o ponto de vista do Dr. Kniazkin, o museu, além de ter se transformado num importante ponto turístico, também contribui para ajudar os pacientes a superarem seus problemas sexuais.
Agora, insólito mesmo, é o objeto mais caro do museu, e sua grande atração: o pênis (conservado em solução com álcool) do legendário monge Rasputin, controversa personagem histórica, curandeiro e conselheiro dos últimos czares russos: Nicolau e Alexandra. Rasputin, famoso por sua performance como amante (há quem diga que nem mesmo a czarina escapou) foi morto por ocasião da Revolução Russa. À frente da vitrine onde está exposto, lê-se: ” Pênis de Rasputin; assassinado em São Petersburgo na madrugada de 16 para 17 de dezembro de 1916. 28,5cm.”
Diz uma lenda urbana russa que só olhar para ele já combate a impotência e torna o observador mais sexy, possibilidade que o Dr. Kniazkin confirma. Diante dos fatos, sugeri ao meu amigo L. sociedade numa agência de turismo com proposta exclusiva: organização de romarias para S. Petersburgo. Embora o remédio seja russo, o negócio parece da china.
Sandra R. S. Baldessin