Galeria de Arte – Inquisição, bruxaria e sexualidade.

Ilustração do livro "O martelo das feiticeiras - Malleus Maleficarum".

Ilustração do livro "O martelo das feiticeiras - Malleus Maleficarum".

As quatro bruxas de Albrecht Dürer (1497) - Dürer é considerado o principal artista do Renascimento Alemão

As Três Graças – afresco da cidade romana de Pompéia – (séc. I)

As Três Graças de Rubens – (1639). É difícil não perceber a semelhança entre estas as representações clássicas das Três Graças e as bruxas de Dürer.

Ilustração que descreve a atitude geral para a bruxaria no século XVIII

Prova de culpa de uma bruxa, na Suécia, por submersão: se ela se afogasse, presumia-se que era inocente; se sobrevivesse, presumia-se ter sido com a ajuda do demônio, portanto seria queimada.

O uso de tortura era recomendado a todos os Inquisidores e juízes seculares quando queriam confissão em apoio a acusações de bruxaria.

Ilustração representando a Inquisição Espanhola julgando um acusado de homossexualismo.

Interrogatório de uma bruxa: julgava-se que qualquer desmaio ou convulsão era prova de possessão demoníaca.

Queima em massa de bruxas em Toulouse, em 1577; mais de 400 pessoas foram queimadas naquele ano. Uma Bula Papal de 1484 estabelecera a realidade da bruxaria como um ato de fé.




