July 30th, 2006
Minhas últimas inspirações….
A caverna Acrílico s/ papel – 07/2006 (42 x 29,7cm) Géssica Hellmann
A caverna:Foi acreditando na evolução do ser que criei “A caverna”. A realidade do “lusco-fusco”, da falta de fé, de seres aprisionados pelo medo de amar. Aprisionados pelos próprios preconceitos, pela violência, pela ignorância, por ter medo da luz. É possível a evolução do ser? É possível evoluir sem a luz? Luz esta reflexo do conhecimento e do próprio amor. Quem por muito tempo vive com os braços aprisionados ao próprio corpo, teme amar o amor. Porque a inércia de movimentos para o bem, quando recebe grande dose de amor, sente dor, pois seus braços há muito não se exercitavam. Praticar o bem é praticar o amor. Por mais que doam os primeiros movimentos, é preciso ter fé para evoluir. É esta a mensagem que quero deixar: “Acredito na evolução pelo amor. Amar é possível e vale a pena”.

Vaticínio Acrílico s/ papel – 07/2006 (42 x 29,7 cm) Géssica Hellmann
Vaticínio: A boca como canal de amor ou de ódio. É preciso aprender a controlar a língua, para que da sua boca saiam sempre mensagens de luz, de amor, de fraternidade, de esperança. Aprender este controle, aprender a responsabilidade de praticar e ensinar os bons sentimentos é possível. Vaticinar para o bem é uma escolha, é a elevação do espírito mas, acima de tudo uma grande responsabilidade.

Tormenta Acrílico s/ papel – 07/2006 (42 x 29,7 cm)
Géssica Hellmann
Tormenta: Utilizei pinceladas curtas e fortes inspiradas na pintura expressionista. Cores irreais enfatizando a alucinação do êxtase de um pesadelo. O medo, a culpa de uma sexualidade reprimida. A escolha entre um fim de um relacionamento fracassado ao amor pelos filhos, a uma frigidez sexual pela sensação de culpa de sentir prazer. Sexo, orgasmo um pecado? As mãos tentando ocultar o órgão sexual, um corpo transformado por sentimento de culpa, por preconceitos e tabus enraizados na mente. Uma pintura dramática que expressa o sentimento de dualidade entre o bem e o mal, o certo e o incerto, num caminho entre a luz e as trevas do próprio ser.Veja outros em: www.gehspace.com
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July 15th, 2006
Cinqüenta e duas semanas no ar. Um ano! Um ano de experiência, um ano de acertos e erros, um ano de aperfeiçoamento e inovações… Um ano em que conquistamos amizades, acumulamos conhecimentos, formamos parcerias, crescemos em conteúdo mas, acima de tudo, crescemos como seres humanos.
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Destaque desta edição: A representação da sexualidade, do nu na arte é encarada como proibido, como perversão e pecado. Leia o artigo em Sexualidade by géh
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July 9th, 2006
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July 9th, 2006
Um bate-papo em Foro Íntimo com a atriz e produtora de teatro Zaira Zambelli.
Confira na edição 51: www.gehspace.com
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July 1st, 2006
A Deusa – Acrílico, areia e colagem s/ tela -06/2006
Géssica Hellmann – (60 x 80cm)
R$1.200,00
Esta obra reflete um estudo sobre a deusa primitiva, Gaia, a criadora do universo. Gaia é a deusa-mãe de mil nomes, representação do princípio universal doador e nutridor da vida. A deusa feminina costuma ser representada sempre com seios fartos e abdômen aumentado, perfil clássico da gravidez e símbolo de fertilidade. Nesta obra, decidi impor outro formato à deusa, um corpo, ao contrário, das deusas primitivas, seco, árido. A textura arenosa do corpo reflete o desrespeito com a mãe natureza, o resultado da degradação ambiental global. O olho solitário que tudo vê representa sua divindade que persiste apesar de suas dores. A vulva simboliza a criação do mundo, um mundo parido por uma gigantesca vagina. Na escolha da paleta, procurei expressar nesta tela os elementos da natureza: fogo, terra, água e ar.
Para adquirir a tela entre em contato com: geh@gehspace.com
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July 1st, 2006
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“Sempre sentimos que nossa proposta de combate ao preconceito através da Arte era válida e eficaz. Nesta edição, fomos além da sensação, em busca da teoria, da pesquisa científica. Procuramos entender o que vem a ser preconceito em seu sentido mais amplo, o de exclusão, e o combate ao preconceito como o seu reverso, a inclusão.
Em foco nesta publicação, desde o início, estão os preconceitos sexuais, a exclusão de gênero ou de preferência sexual. Mas nossa indignação não se limita a esse tipo de exclusão. Todas as formas de exclusão são frutos do ódio irracional pela diferença, por tudo o que não é espelho.
Em nossa luta, a maior dificuldade é aprender a não odiar o ódio, não odiar os que odeiam, para não nos tornarmos um deles. Nossa proposta é de sensibilizar, mostrar a beleza da diferença e deixar que o ódio se dissolva diante do Belo, como Ares, o deus da guerra, somente pode apaziguar-se em sua relação com Afrodite, a beleza encarnada em deusa, a sexualidade no ápice de sua expressão artística.”
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