Dicas de Arte CLXXXVII:
May 29th, 2008Marcos Andruchak e seus abstratos:
Laura e o retrato de sentimentos:
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Géssica Hellmann
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Marcos Andruchak e seus abstratos:
Laura e o retrato de sentimentos:
Blanca com seu “cuadrito”:
Ester García Cortés com seu “despegando”:
Marcia Gaspar com sua “Elegância Negra”:
Miguel Weterberg com sua “Serenata”:
O ilustrador André Toma e seu mago:
A artista Bett com sua cidade subterrânea:

Pénélope Bagieu e sua cômica ilustração:
Débora Figueiredo e suas personagens de papel:
Màriam Ben-Arab e seu “Cortázar”:
Ilustrado por obras de minha autoria (as quais fizeram parte de uma exposição que ocorreu em janeiro deste ano), contamos a história da sexualidade desde o matriarcado até a atualidade, articulando também com os conceitos reichianos sobre a Peste Emocional. As pinturas retratavam mulheres, desde sua condição de “deusas” no período matriarcal, até a passagem para o patriarcado, onde a sexualidade já não é considerada totalmente natural, pois surge a noção de “pecado”, seguido de uma série de pinturas que retratam sentimentos humanos e couraças musculares derivadas do aprisionamento desses sentimentos.
No estudo da sexualidade humana, encontramos uma separação entre corpo e sexualidade. É Wilhelm Reich quem nos aponta esse equívoco: alma (consciência) e corpo não podem ser divorciados, ou seja, a sexualidade reflete-se no corpo, é um “evento corporal”.
A estrutura do caráter do homem moderno é reflexo de uma cultura patriarcal autoritária caracterizada por um “encouraçamento” do caráter contra sua própria natureza interior e contra a miséria social que o rodeia. Reich grita nossa responsabilidade, nossa mediocridade, nossas barbaridades concebidas por uma sexualidade doentia: elegemos genocidas e criminosos e crucificamos quem poderia nos libertar.
Falamos dos políticos que matam mais com uma “canetada” do que mil bandidos armados, falamos de monstros que um dia foram crianças felizes e do quanto nós todos, até aqueles que não caímos na extremidade mais acentuada da perversão, tornamo-nos incapazes de atos simples, como levantar os braços e abraçar com entusiasmo um amigo ou um ente querido.
Diga não à ignorância, diga não ao preconceito, diga sim ao belo e ao que é natural. Viva plenamente a sua sexualidade. Eduque seus filhos como você gostaria de ter sido educado, e não como o fostes. Ame como gostaria de ser amado. Liberte-se!
Jeremy Melton e suas ilustrações para lá de sensuais:
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Os novos projetos da ilustradora argentina Zime:
Agustin Espina e sua “LA HORA MÁS TRISTE”:
Lelis com sua cidade monstro: