Portal de Arte e Cultura | Rede Géh Editores Web | Blog Corporativo e Mídias Sociais | SEO - Otimização de sites

corporalidade | Dicas de Arte by géh

Quer mais visitas para seu site? Contrate um blog corporativo para sua empresa! Entre em contato!

Géssica Hellmann
E-mail: geh@gehspace.com
MSN: gessicah1@hotmail.com
Fone: (47) 3467-3482

Nono mês de gestação

January 16th, 2009
Gestação

A hora está chegando…. daqui a pouco mais um ser iluminado entre nós.
Michael Hellmann com a força e a determinação dos “Miguéis” seja bem vindo!
És um Ajuricaba, sabes porque vens ao mundo.
Te amo, te aguardo, em breve estarás nos meus braços…

http://www.flickr.com/photos/gehspace

Tags:

Dicas de Arte CXCIV:

June 10th, 2008

Carlla Sillveira dançarina e coreógrafa.

Palestra Iesville: Arte e Sexualidade

May 19th, 2008
Na noite de 15 de maio, a convite da Professora Maria Teresa, eu e o Prof. Alexei Gonçalves da Univesidade Federal Fluminense, proferimos uma palestra para o curso de graduação em Educação da Iesville, onde falamos sobre sexualidade, arte, corporalidade e política.

Ilustrado por obras de minha autoria (as quais fizeram parte de uma exposição que ocorreu em janeiro deste ano), contamos a história da sexualidade desde o matriarcado até a atualidade, articulando também com os conceitos reichianos sobre a Peste Emocional. As pinturas retratavam mulheres, desde sua condição de “deusas” no período matriarcal, até a passagem para o patriarcado, onde a sexualidade já não é considerada totalmente natural, pois surge a noção de “pecado”, seguido de uma série de pinturas que retratam sentimentos humanos e couraças musculares derivadas do aprisionamento desses sentimentos.

No estudo da sexualidade humana, encontramos uma separação entre corpo e sexualidade. É Wilhelm Reich quem nos aponta esse equívoco: alma (consciência) e corpo não podem ser divorciados, ou seja, a sexualidade reflete-se no corpo, é um “evento corporal”.

A estrutura do caráter do homem moderno é reflexo de uma cultura patriarcal autoritária caracterizada por um “encouraçamento” do caráter contra sua própria natureza interior e contra a miséria social que o rodeia. Reich grita nossa responsabilidade, nossa mediocridade, nossas barbaridades concebidas por uma sexualidade doentia: elegemos genocidas e criminosos e crucificamos quem poderia nos libertar.

Falamos dos políticos que matam mais com uma “canetada” do que mil bandidos armados, falamos de monstros que um dia foram crianças felizes e do quanto nós todos, até aqueles que não caímos na extremidade mais acentuada da perversão, tornamo-nos incapazes de atos simples, como levantar os braços e abraçar com entusiasmo um amigo ou um ente querido.

Diga não à ignorância, diga não ao preconceito, diga sim ao belo e ao que é natural. Viva plenamente a sua sexualidade. Eduque seus filhos como você gostaria de ter sido educado, e não como o fostes. Ame como gostaria de ser amado. Liberte-se!