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	<title>Otimização de Sites (SEO) por Alexis Kauffmann &#187; desenvolvimento de sites</title>
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	<description>Como aparecer na primeira página do Google</description>
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		<title>Inserir texto em imagens ou Flash pode ajudar na otimização de seu site</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[um artigo que mostra como o uso inteligente de conteúdo não-indexável pode ajudá-lo na tarefa de otimizar um site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título desta postagem parece se posicionar contra tudo o que <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/04/otimizao-de-sites-no-deixe-os.html" target="_blank">já escrevi antes</a> neste blog sobre <strong>SEO</strong>, inclusive em <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/09/seo-e-sites-em-flash.html" target="_blank">postagens recentes</a>. É preciso entender, no entanto, que as infinitas diferenças em cada caso prático abrem possibilidades de usar a seu favor na <strong>otimização de sites</strong> até mesmo as limitações dos buscadores.</p>
<p>No caso, um de meus clientes tem um grande site de e-commerce e, por razões diversas, tem a necessidade de incluir um texto-padrão em todas as páginas do site.</p>
<p>Pode haver diversos motivos para que você precise incluir textos-padrão em páginas de produtos, desde exigências legais até questões ligadas ao marketing, como condições de pagamento ou especificações de produto.</p>
<p>Um exemplo muito comum de texto-padrão é aquela declaração de copyright, com nome da empresa, endereço, telefone, CEP, CNPJ e outras informações, que os designers costumam jogar para o rodapé das páginas.</p>
<p>O problema dos textos-padrão é duplo. Primeiro, eles criam um conteúdo textual duplicado em todas as páginas do seu site. Se o texto-padrão contiver grande número de palavras e o seu texto promocional não for tão longo, o Google pode penalizar diversas páginas do seu site como se fossem, basicamente, idênticas em conteúdo.</p>
<p>O segundo problema é que o texto-padrão dificulta imensamente as tarefas de geração de <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/01/conceitos-chaves-de-seo-on-page.html" target="_blank">proeminência</a> e <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/01/conceitos-chaves-de-otimizao-de-pginas.html" target="_blank">densidade de palavras-chaves</a> ao aumentar o número de palavras na página.</p>
<p>Uma solução possível é aumentar o total de número de palavras do texto promocional do produto e, nesse texto, aumentar a freqüência da palavra-chave até atingir a densidade desejada na página. Essa solução, porém, é pouco prática quando se tem um site com centenas ou milhares de produtos, já que o custo de produção de textos otimizados pode crescer até se tornar proibitivo.</p>
<p>Por isso, a solução mais prática, nesse contexto, é tornar o texto-padrão visível para os usuários mas invisível para o Google. Já vimos que as <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/09/como-aparecer-na-primeira-pgina-do.html" target="_blank">técnicas  destinadas a ocultar textos dos usuários</a> podem sujeitar seu site a penalidades. Mas não há impedimento algum quanto ao uso de técnicas para ocultar conteúdo do Google.</p>
<p>Assim, você pode inserir o texto-padrão em uma imagem ou arquivo de flash, cumprindo assim a exigência de exibi-lo para seus usuários e aproveitando-se da limitação do Google em ler o conteúdo desse tipo de arquivos para tornar &#8220;invisível&#8221; esse texto e, com isso, facilitar o seu trabalho de otimização de sites.</p>
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		<title>SEO (otimização de sites) e Sites em Flash</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 07:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[um resumo das dificuldades encontradas nos rankings do Google por quem opta em fazer sites exclusivamente em Flash.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em menos de uma semana, recebi duas consultas muito parecidas sobre <strong>otimização de sites</strong>, ambas de desenvolvedores que, segundo suas próprias palavras, “só sabem desenvolver sites em Flash”, não tendo sequer a mínima noção de HTML.</p>
<p>Para começar, acho estranho que um alguém se autodenomine “desenvolvedor” e domine apenas uma tecnologia de desenvolvimento tão limitada quanto o Flash.</p>
<p>A idéia de “fazer sites em Flash” dominou de tal forma o mercado que muitas empresas já abordam o profissional de desenvolvimento perguntando se ele “sabe fazer sites em Flash”, sem ter a mínima idéia sobre qual é o benefício que pretendem extrair dessa tecnologia. A maioria quer apenas um monte de imagens “piscantes” e “coisas se mexendo” na tela do computador.</p>
<p>Embora o Google tenha anunciado que “<a href="http://googleblog.blogspot.com/2008/06/google-learns-to-crawl-flash.html">já sabe rastrear Flash</a>”, o fato é que você ainda não deve apostar seu dinheiro nisso. Pelo que tenho visto, o recurso empregado pelos SEO de empresas que fazem questão de “sites em Flash” é apelar para o texto invisível, o que é <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=35769">condenado pelo próprio Google</a>.</p>
<p>Trata-se de um tiro no pé, pois o ranking que você obtém dessa forma hoje pode desvanecer amanhã sob a forma de uma penalidade. Já abordamos esse assunto várias vezes neste blog.</p>
<p>Enquanto não houver evidências seguras sobre as <a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2008/06/improved-flash-indexing.html">condições exatas sob as quais o Google indexa (ou deixa de indexar) os textos em Flash</a>, a melhor maneira de aproveitar os recursos do Flash sem prejudicar os seus rankings é usar o Flash como um <span style="text-decoration: none;"><strong>elemento a mais</strong></span> dentro de sua página.</p>
<p>Veja o caso do <a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a>. Você encontra, em cada página, vídeos em Flash, fotos estáticas, textos e links de texto. Nenhum problema de indexação e rankeamento.</p>
<p>Mesmo que você precise, seja por exigência do cliente ou por estratégia de marketing, conceder máximo destaque visual ao elemento Flash dentro de sua página, é absolutamente <strong>crítico</strong> que você inclua <strong>texto otimizado</strong> e <strong>links de texto HTML</strong> em sua página.</p>
<p>Por “texto otimizado”, leia-se “texto legível, agradável de ler, persuasivo, contendo suas palavras-chaves”. Nada de repetições de palavras sem-sentido com letras de apenas 1 pixel.</p>
<p>Espere aí. Você está disposto a fazer um bom investimento em um site em Flash mas não está disposto a investir no trabalho de um bom redator?</p>
<p>Será que seus produtos e sua empresa são tão <strong>desinteressantes</strong> assim que você não consegue dizer coisa alguma de interessante sobre eles?</p>
<p>Será que seus clientes são todos <strong>analfabetos</strong>, incapazes de ler algumas linhas de texto sobre um assunto que deveria interessar a eles – os <strong>seus</strong> produtos?</p>
<p>Não há justificativa para que <strong>bons gráficos</strong> não sejam acompanhados por <strong>bons textos</strong>. Aquela história de que “ninguém lê textos longos” é papo-furado de quem não sabe escrever bons textos, que contorce o cérebro para escrever barbaridades como “<a href="http://alexiskauffmann.multiply.com/journal/item/843">empresa focada em resultados</a>”.</p>
<p>É papo de quem não gosta de ler e não gosta de quem gosta de ler.</p>
<p>Visite a Wikipedia. Visite blogs. Sites de notícias: UOL, Terra, Globo.com. Até mesmo o YouTube. Todos eles são sites ricos em texto. E estão entre os sites mais acessados mundo.</p>
<p>O próprio Google é um imenso banco de dados de&#8230; Texto. Mesmo que você queira pesquisar fotos, vai ter que procurar as palavras associadas à imagem que procura.</p>
<p>Se você vai usar o Flash para substituir a necessidade de ler e escrever, porque “ninguém gosta de ler”, pense de novo. Observe a realidade da web, um interminável oceano de textos com trilhões de palavras.</p>
<p>Não há motivo para fazer malabarismos, criando sites totalmente em Flash e, depois, inventar jeitinhos black-hat para aparecer no Google. Dê ao Google o que ele quer – texto! – pois é o que os internautas – seus clientes! – também querem.</p>
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		<title>SEO (otimização de sites) e sites em ASP</title>
		<link>http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2008/09/01/seo-e-sites-em-asp/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 01:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[um estudo de caso em que a URL dinâmica em ASP criou imensos problemas na indexação e nos rankings.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google e demais buscadores são ferramentas de eficiência, temos que admitir, impressionante. Mas têm limitações também aparentemente inacreditáveis. Por exemplo, <strong>sites desenvolvidos em ASP e PHP</strong> costumam ser muito bem rastreados mas, em certas ocasiões, enfrentam sérios <strong>problemas de indexação</strong>, dependendo da solução adotada pelo webmaster. Não sei se minha percepção está errada mas, pelas minhas observações, vejo uma maior quantidade de<strong> problemas de SEO nos sites desenvolvidos em ASP </strong>do que nos desenvolvidos em PHP.</p>
<p>Na última semana, vi idêntico problema ocorrer em dois sites, <a title="Suplementos Alimentares" href="http://www.madrugaosuplementos.com.br/" target="_blank">www.madrugaosuplementos.com.br</a> e <a title="Expositores" href="http://www.mmexpositores.com.br/" target="_blank">www.mmexpositores.com.br</a> . Embora os sites tenham navegação impecável do ponto-de-vista do usuário final, os buscadores simplesmente estavam se recusando a rastreá-los corretamente. A investigação desse problema intrigante motivou uma interessante troca de correspondência com meu amigo Tárcio Zemel, do site &#8220;<a title="Desenvolvimento para Web" href="http://www.desenvolvimentoparaweb.com/" target="_blank">Desenvolvimento para Web</a>&#8220;, que reproduzo a seguir:</p>
<p>&#8220;Olá, Tárcio!<br />
Atendendo clientes é que a gente aprende de verdade o monte de questões de desenvolvimento que causam problemas de SEO. A gente vê ali, no caso prático, o quanto uma solução cômoda para o desenvolvedor e para o usuário final pode criar dores-de-cabeça quando o objetivo é rankear no Google.<br />
Estive quebrando a cabeça com o caso de dois clientes com sites em ASP, em que os desenvolvedores optaram por não criar páginas de produtos, mas páginas de resultados de pesquisa para as categorias do banco de dados. Veja exemplos:<br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://madrugaosuplementos.com.br/madrugao/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=2">http://madrugaosuplementos.com.br/madrugao/produtos.asp?lang=pt_BR&amp;tipo_busca=categoria&amp;codigo_categoria=2</a><br />
<a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://mmexpositores.com.br/produto.asp?busca=1&amp;dep=Araras%20de%20ch%C3%A3o">http://mmexpositores.com.br/produto.asp?busca=1&amp;dep=Araras%20de%20chão</a><br />
O Google e o Yahoo simplesmente se recusam a indexar todas as partes das URLs de páginas de busca que vêm após o &#8220;?&#8221;. Para o Google, existe apenas uma página: produtos.asp !<br />
Aí, fica dífícil. Se no caso, a parte após o &#8220;?&#8221; é um identificador de um registro do banco de dados (exemplo: <a href="http://www.mmexpositores.com.br/detalhe2005pop.asp?cod=202">http://www.mmexpositores.com.br/detalhe2005pop.asp?cod=202</a> ) a indexação é normal. Mas, se é uma página de consulta ao banco de dados (query) ele ignora.<br />
Gostaria que você comentasse esses casos, me corrigindo se minhas observações estiverem imprecisas ou incorretas. Não entendo grande coisa de ASP e PHP, mas sei que os sites em ASP são uma dor-de-cabeça para o SEO. Ora não exibem direito no Firefox (ou simplesmente não funcionam), ora apresentam essas dificuldades de indexação&#8221;.</p>
<p>A pronta resposta do Tárcio foi a seguinte:</p>
<p>&#8220;Bem, é isso, mesmo, o que você disse. <strong>O Google e demais buscadores têm imensa dificuldade quando o assunto são <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=35769">endereços de página dinâmicas</a></strong>&#8230; Não sei bem como é isso, se é realmente algo extraordinariamente difícil de se implementar para uma equipe Google da vida; ou se eles simplesmente quiseram &#8220;punir&#8221; quem ainda opta por ter endereços assim. O fato é que acontece isso mesmo o que você falou.</p>
<p>Uma boa solução para isso seria &#8220;reescrever&#8221; as URLs em tempo real; quer dizer, torná-las mais amigáveis aos buscadores. Veja, por exemplo, como são os artigos do Wordpress e outros CMS. Apesar de esses sistemas também buscarem informações em bancos de dados, o endereço dos artigos fica muito &#8220;amigável&#8221; aos buscadores, com todas as palavras-chave, etc.</p>
<p>No caso de um servidor Apache (que roda o PHP), eu saberia te indicar exatamente o que fazer, que seria instalar (se já não estivesse) um módulo que se chama mod_rewrite, que serve justamente para fazer isso. Então um endereço como você me mostrou</p>
<p><a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://mmexpositores.com.br/produto.asp?busca=1&amp;dep=Araras%20de%20ch%C3%A3o">http://mmexpositores.com.br/produto.asp?busca=1&amp;dep=Araras%20de%20chão</a></p>
<p>Poderia ficar assim:</p>
<p><a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://mmexpositores.com.br/produto/busca/araras-de-chao.html">http://mmexpositores.com.br/produto/busca/araras-de-chao.html</a></p>
<p>Ou alguma outra coisa neste sentido.</p>
<p>Mas, como disse, essa é uma solução para o servidor Apache. Confesso que não entendo nada sobre ASP, e não saberia dizer se ele também roda sob este servidor (se não me falha a memória, acho que o servidor ASP é IIS). Se for o caso, então dê uma olhadinha nesta página com vários <a href="http://www.askapache.com/search/htaccess+mod+rewrite">exemplos/tutoriais sobre o mod_rewrite</a>. Agora, se não for o caso, infelizmente não saberia como fazer, embora acredite que deva existir algo que faça a mesma coisa no servidor que roda o ASP.</p>
<p>Bem, Alexis, o que está ao meu alcance sobre o que você apresentou é isso. Sobre fazer um artigo a respeito, pode ficar à vontade de colocar em seu blog. Como, na verdade, eu nem ajudei muito, mesmo, nem precisa fazer nenhuma referência, ou algo assim&#8230;  <img src='http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Espero ter ajudado e, qualquer coisa, pode enviar mensagem que, se eu souber, terei o maior prazer em responder!&#8221;</p>
<p>O lado bom da resposta do Tárcio é que, embora eu não entenda grande coisa de banco-de-dados, a analogia foi perfeita e o <strong>webmaster da MM Expositores</strong>, <strong>Walter Edelstein</strong>, implementou a solução rapidamente&#8230; Imagine se eu não daria crédito a quem me ajuda a ajudar um cliente!</p>
<p>Também vale reproduzir aqui a conversa que tive por MSN sobre esse mesmo assunto com o desenvolvedor <strong>Wellington &#8220;Argon&#8221; V. Santos, webmaster da Decora Brasil</strong>, especializado em ASP. A solução que ele apresentou, é claro, não é a única possível, como ele mesmo fez questão de ressaltar, mas vale publicar aqui, pois pode ajudar outro webmaster em situação semelhante:</p>
<p>&#8220;Alexis Kauffmann diz (10:35):<br />
Sabe aquele cliente com páginas em ASP que o Google não indexa?<br />
www.mmexpositores.com.br<br />
Bem, o Google continua não indexando.</p>
<p>Argon diz (10:35):<br />
Sim</p>
<p>Alexis Kauffmann diz (10:36):<br />
Fiz uma consulta a um amigo e ele fez um diagnóstico com base em uma analogia com PHP. Ele é fera em PHP mas não entende de ASP.</p>
<p>Argon diz (10:36):<br />
Mas eles já alteraram. Agora o link manda para a página produtos.asp?variaveis.=$¨%$&amp;%%&amp;..</p>
<p>Alexis Kauffmann diz (10:39):<br />
Sim.</p>
<p>Argon diz (10:39):<br />
Gostaria de reescrever os URLs nele também?</p>
<p>Alexis Kauffmann diz (10:39):<br />
O que eu queria ver contigo é o caminho da solução para URLs amigáveis em ASP.<br />
Em PHP é mod_rewrite, pelo que disse o Tárcio.</p>
<p>Argon diz (10:40):<br />
Então, em Asp, eu faço com Server.Transfer.</p>
<p>Alexis Kauffmann diz (10:40):<br />
Falou Sânscrito.<br />
Argon diz (10:41):<br />
È que não é o único comando que uso.<br />
O que eu fiz na configuração do servidor, eu redireciono a página de erros 404 (file not found) para uma página asp (rewrite.asp). Nessa pagina asp, eu leio o URL que a pessoa tentou acessar.. exemplo: <a style="text-decoration: line-through;" rel="nofollow" href="http://dominio.com.br/produtos/35/expositores/araras-de-chao.html">http://dominio.com.br/produtos/35/expositores/araras-de-chao.html</a></p>
<p>ou seja:</p>
<p>- Pelo /produtos eu sei que ele quer listar uma categoria</p>
<p>- Pelo /35 eu sei o codigo da categoria que ele quer listar.</p>
<p>- E com o server.transfer eu o encaminho(exibo) ele para a pagina categorias.asp?id=35 sem mudar a url.&#8221;</p>
<p>Estão aí as dicas. Se você tem um <strong>site em ASP ou PHP</strong> e está tendo enxaquecas com sua <strong>indexação no Google</strong>, lembre-se de verificar se o problema está nas suas URLs.</p>
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		<item>
		<title>Pense fora da pirâmide!</title>
		<link>http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2008/07/21/pense-fora-da-piramide/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 08:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[A prática já demonstrou para mim que os processos de pensamento são tão importantes quanto o conhecimento técnico na resolução de problemas. De fato, o conhecimento técnico engessado por processos de pensamento rotineiros costuma constituir um forte obstáculo à formulação de soluções criativas, criando o que podemos chamar de &#8220;pensamento dentro da caixinha&#8221;. 
O pensamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prática já demonstrou para mim que os <strong>processos de pensamento</strong> são tão importantes quanto o <strong>conhecimento técnico</strong> na <strong>resolução de problemas</strong>. De fato, o conhecimento técnico engessado por processos de pensamento rotineiros costuma constituir um forte obstáculo à formulação de soluções criativas, criando o que podemos chamar de &#8220;pensamento dentro da caixinha&#8221;. </p>
<p>O pensamento, quando &#8220;dentro da caixinha&#8221;, só permite que faça as coisas que você sempre fez, que veja as coisas como sempre viu, que entenda o mundo como sempre entendeu. </p>
<p>A princípio, não há nada de errado com as &#8220;caixinhas&#8221;: a eficiência costuma caminhar ao lado das rotinas. O problema começa quando você enfrenta uma situação nova e tenta enquadrá-la a marteladas no esquema atual. As soluções rotineiras não funcionam e o problema permanece. A eficiência geral cai vertiginosamente e você não consegue entender o motivo. Parece que, quanto mais pensa no assunto, mais se afasta da solução. </p>
<p>Nesses casos, a solução começa exatamente na libertação do pensamento da &#8220;caixinha&#8221;. Você precisa rever conceitos e definições. Precisa verificar pessoalmente a validade de algumas hipóteses, relativizar verdades absolutas e analisar criticamente os métodos normalmente empregados. </p>
<p>No limite, você precisa de uma folha de papel (ou uma tela de computador) em branco, para planejar tudo do início, como se nada soubesse sobre a questão, como se estivesse enfrentando a situação pela primeira vez em sua vida. Durante o próprio ato de descrever o que precisa ser feito, você perceberá as irracionalidades da metodologia atual e removerá os obstáculos à tarefa que se propunha a fazer. </p>
<p>Veja, por exemplo, a caixinha de fósforos que aprisiona o pensamento dos webmasters no mundo inteiro, a tal &#8220;estrutura de navegação em pirâmide&#8221;. Essa estrutura fazia sentido quando praticamente a totalidade dos internautas chegava aos websites digitando um endereço na barra de navegação: agá-tê-tê-pê-dois-pontos-duas-barras-dabliu-dabliu-dabliu&#8230; </p>
<p>Nesse contexto, uma estrutura de navegação em pirâmide refletia exatamente o comportamento do internauta. Ele entrava na sua página inicial, avaliava o conteúdo e clicava em algum link que parecia vagamente relacionado com o que estava procurando. Repetia o processo a cada nova página, indo do geral para o específico, até chegar à informação desejada. Tendo encontrado a informação, o nosso internauta começava a digitar novamente na barra de endereços do navegador: agá-tê-tê-pê&#8230; </p>
<p>Será que o comportamento descrito continua sendo representativo do comportamento do internauta médio? </p>
<p>Será que é descritivo do seu comportamento? </p>
<p>Ou será que você se comporta mais ou menos assim&#8230; </p>
<p>Você precisa de uma informação. Clica no ícone da &#8220;casinha&#8221; (página inicial) do seu navegador, para ir diretamente ao Google ou, se você gosta da barra de endereços, apenas começa a digitar &#8220;goo&#8221; e o próprio navegador se encarrega de preencher o restante para você. Você digita alguma coisa vagamente relacionada à informação que está buscando e clica em &#8220;Pesquisa Google&#8221;. Examina os primeiros resultados. Se parecem promissores, clica em alguns deles, tomando o cuidado de abri-los em nova aba do navegador. Se algum deles for satisfatório, fecha as outras abas e prossegue a navegação a partir daquele ponto. Se nenhum dos primeiros resultados for bom o bastante, volta ao Google e refina sua pesquisa, mudando, corrigindo ou acrescentando palavras à sua pesquisa. </p>
<p>Preste atenção: <strong>o Google leva o visitante diretamente à página web que contém as palavras digitadas pelo internauta</strong>. <strong>Os buscadores não querem saber se essa página está no topo, no meio ou na base de sua &#8220;pirâmide&#8221;. Se tem as palavras, é para lá que o link na página de resultados vai apontar</strong>. </p>
<p>Então, por que você ainda não começou a &#8220;<strong>pensar fora da pirâmide</strong>&#8220;? </p>
<p>Porque você aprendeu a fazer sites assim. Porque todo site é assim. Porque todo mundo faz assim. Porque se você fizer diferente, seu chefe vai demiti-lo. Porque&#8230; </p>
<p>&#8220;Porque&#8221; uma série de motivos irracionais, que não têm rigorosamente nada a ver com as exigências de conhecimento técnico, o impedem de pensar fora da caixinha! </p>
<p>Eu não sou <a style="font-weight: bold;" href="http://googleblog.blogspot.com/2008/07/introducing-google-webmaster-tools.html">desenvolvedor web</a>. Não entendo coisa alguma de &#8220;criação de sites&#8221;. Mas <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/04/seo-marketing.html"><strong>entendo de marketing</strong></a> e <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/05/seo-via-processo-de-compra-um-modelo-de.html"><strong>comportamento do consumidor</strong></a>. </p>
<p>Isso explica a cara de espanto de um desenvolvedor quando pergunto &#8220;Por que o texto do link para a página inicial é &#8216;Home&#8217;? Escreva o nome do produto principal ali&#8221;! </p>
<p>Isso explica também a cara ainda mais espantada de um cliente: &#8220;Por que você está jogando fora essa fortuna no AdWords, criando 1 anúncio com link para sua página inicial? Se você tem 500 produtos na sua loja, crie 500 páginas de produtos e faça 500 anúncios, um para cada produto e com link para sua respectiva página&#8221;! </p>
<p>Isso explica ainda a indignação geral quanto às risadas que dirigi à ridícula &#8220;<a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/03/seo-bizarro-rand-fish-e-escultura-de.html"><strong>escultura de page-rank com nofollow</strong></a>&#8220;, o tipo de conceito que só faria sentido na era pré-Google. </p>
<p>Pense fora da caixinha e jogue fora o conceito de pirâmide. Deixe de lado os cânones do design e o deslumbramento com a tecnologia, comece a avaliar o modo como você mesmo usa a web e passe a desenvolver a estrutura de navegação de seus sites com base nesse conhecimento. </p>
<p>E, pelo amor de Deus, se você se diz profissional de SEO e ainda não começou a pensar em termos do real comportamento do usuário web na era Google&#8230; Cuide-se, ou <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/05/imploso-iminente-do-mercado-de-otimizao.html"><strong>o mercado de SEO vai implodir</strong></a> exatamente sobre sua cabeça!</p>
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		</item>
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		<title>&#8220;Você pode colocar meu site todo em Flash na primeira página do Google&#8221;?</title>
		<link>http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2008/05/30/voce-pode-colocar-meu-site-todo-em-flash-na-primeira-pagina-do-google/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 16:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebo freqüentemente consultas como essa. Um empresário contrata um &#8220;designer&#8221; ou &#8220;firma de criação de sites&#8221;. Uma vez aprovado o site, já no ar, querem que ele apareça na primeira página do Google.Ontem, tive mais uma consulta desse tipo e acho que vale reproduzir aqui parte da resposta:
&#8220;Olha, seu site é totalmente em flash. Embora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo freqüentemente consultas como essa. Um empresário contrata um &#8220;designer&#8221; ou &#8220;firma de criação de sites&#8221;. Uma vez aprovado o site, já no ar, querem que ele apareça na primeira página do Google.<br />Ontem, tive mais uma consulta desse tipo e acho que vale reproduzir aqui parte da resposta:</p>
<p>&#8220;Olha, seu site é totalmente em flash. Embora o flash seja uma tecnologia<br />muito útil e visualmente atraente, os profissionais de <strong>criação de sites</strong><br />brasileiros têm a péssima mania de querer fazer tudo em flash, inclusive<br />o texto. Por que isso é péssimo? Porque <strong>os buscadores não lêem textos em<br />flash</strong>. Se você procurar bons sites estrangeiros &#8211; veja o próprio site da<br /><strong>proprietária da tecnologia Flash</strong>, <a href="http://www.adobe.com/">www.adobe.com</a> &#8211; você vai ver que eles<br />misturam o flash com html básico para ficarem <strong>amigáveis aos buscadores</strong>.<br />Confira este artigo em<br /><a href="http://seonoticiaseartigos.blogspot.com/2008/01/eu-no-estou-conseguindo-bons-rankings.html">http://seonoticiaseartigos.blogspot.com/2008/01/eu-no-estou-conseguindo-bons-rankings.html</a><br />para entender o que estou dizendo.</p>
<p>Assim, você precisaria de um site novo para começar. Em HTML simples, eventualmente adicionando aquele único flash de &#8220;imagem dos serviços&#8221; uma das páginas.</p>
<p>Podemos refazer seu site de forma a otimizá-lo para os buscadores. O custo desse serviço é de 2 mil reais, para manter sua atual estrutura de navegação, layout e textos.</p>
<p>Para garantir posicionamento no Google é preciso mais do que um site<br />otimizado &#8211; é preciso criar links em quantidade suficiente para que ele<br />seja considerado relevante: confira este artigo em<br /><a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/05/imploso-iminente-do-mercado-de-otimizao.html">http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/05/imploso-iminente-do-mercado-de-otimizao.html</a><br />em que explicamos a posição oficial do Google, Yahoo e MSN sobre a importãncia dos links.</p>
<p>Nosso serviço de criação de links &#8211; acredito que 1000 links sejam<br />suficientes no seu segmento. O custo de nosso serviço de criação de 1000<br />links para seu site é de 2 mil reais, como você pode conferir em<br /><a href="http://redegehspace.blogspot.com/2008/03/quanto-custa.html">http://redegehspace.blogspot.com/2008/03/quanto-custa.html</a> &#8211; embora possamos diluir esse custo ao longo de 3 ou 4 meses, com menor<br />quantidade de backlinks mensais. Confira as opções e entre em contato&#8221;.</p>
<p>Esse e-mail é representativo de um problema na web brasileira. Muitos empresários desprezam a necessidade um PROJETO para construir o website corporativo. Também não valorizam o custo de aprendizagem e formação do profissional, limitando-se a especular em torno do preço. Com isso, conseguem o querem: um &#8220;site&#8221;, entendido como algo que roda na web e pode ser acessado com um navegador. Bem baratinho, por 500 reais ou até menos!</p>
<p>Como você costuma obter o que paga, se você paga &#8220;baratinho&#8221; por um website, seus resultados também serão &#8220;baratinhos&#8221;. Apenas você e seus amigos irão visitá-lo&#8230; A menos que você pague &#8220;bem baratinho&#8221; por uma campanha de links patrocinados.</p>
<p>Como dissemos no post anterior, <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2008/05/sem-links-patrocinados-adwords-quando.html" target="_blank">links patrocinados</a> não são muleta para gerar audiência à força para sites mal-feitos, mas uma poderosa ferramenta de marketing para atingir objetivos bastante específicos. Entretanto, essa é outra distorção que afeta o marketing online no Brasil. A turma compra um site por 500 reais, gasta 100 reais por mês em AdWords e se limita a esperar a riqueza, o sucesso e a fama.</p>
<p>O mercado precisa de um choque de realidade. Qualquer profissional que cobre, hoje, menos do que 1500 reais para criar um site em HTML básico, sem quaisquer recursos mais sofisticados, estará cortando custos na carne, aproveitando-se do desconhecimento do empresário pão-duro para vender-lhe exatamente aquilo porque pagou&#8230; Pouco mais do que nada, na maior parte das vezes.</p>
<p>E não adianta chiar, pedir o dinheiro de volta, querer que o pobre desenvolvedor a quem você pagou uma ninharia conserte o seu site de graça. Na maior parte das vezes ele simplesmente não saberá como fazê-lo. Afinal, ele te vendeu um site de 500 reais, e foi exatamente isso o que você recebeu. Não reclame, portanto. Quando estiver disposto a pagar mais, receberá mais. Até lá, divirta-se exibindo suas lindas animações em flash para seus parentes e amigos!
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		<title>De que adianta aparecer no Google se ninguém consegue navegar no seu site?</title>
		<link>http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2008/04/30/de-que-adianta-aparecer-no-google-se-ninguem-consegue-navegar-no-seu-site/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 18:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana, recebi 3 contatos de clientes potenciais solicitando orçamentos para otimização de seus websites. Em todos os casos, o site só funcionava no Internet Explorer. Simplesmente era impossível abrir as páginas desses sites no Firefox, no Safari e até no Opera!
(Se você não conhece o Opera, explico que, entre outros motivos, meu espanto vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, recebi 3 contatos de clientes potenciais solicitando orçamentos para otimização de seus websites. Em todos os casos, o site só funcionava no Internet Explorer. Simplesmente era impossível abrir as páginas desses sites no <a href="http://www.mozilla.com/en-US/firefox" target="_blank">Firefox</a>, no <a href="http://www.apple.com/safari" target="_blank">Safari</a> e até no <a href="http://www.opera.com/" target="_blank">Opera</a>!</p>
<p>(Se você não conhece o Opera, explico que, entre outros motivos, meu espanto vem do fato de esse navegador consegue abrir praticamente tudo o que roda na web, até o que não deveria funcionar&#8230;)</p>
<p>Alguém poderia perguntar: &#8220;ora, o Internet não é o navegador mais usado&#8221;?</p>
<p>Resposta: sim, é.</p>
<p>&#8220;Então, não faz sentido otimizar seu site para o IE e deixar pra lá esses outros navegadores exóticos que quase ninguém usa&#8221;?</p>
<p>Resposta: Não, de jeito nenhum!</p>
<p><a href="http://marketshare.hitslink.com/report.aspx?qprid=0" target="_blank">Estima-se</a> que o Internet Explorer seja usado, nesta data, por 74,80% dos usuários web do mundo. Isso significa dominância, não monopólio. Faça as contas: </p>
<p><strong>100% &#8211; 74,80%= <u>25,2%</u></strong></p>
<p>Mais do que 1 em cada 4 usuários web NÃO USAM o Internet Explorer!</p>
<p>Isso significa que, caso seu site seja compatível apenas com usuários web que usam o Internet Explorer, você estará alienando 252 em cada 1 mil visitantes do conteúdo de seu site!</p>
<p>São 252 oportunidades de venda que você vai perder.</p>
<p>São 252 clientes que você não vai ganhar.</p>
<p>São 252 leitores que você não vai ter.</p>
<p>A coisa fica mais grave no caso de campanhas de Links Patrocinados. Se você está pagando uma pequena fortuna por clique, será que pode se dar ao luxo de jogar fora 252 cliques em cada 1000, porque essas pessoas acessam seu site mas não conseguem navegar dentro dele?</p>
<p>Se a resposta for positiva, só me resta aconselhá-lo a jogar seu dinheiro fora no meu lixo! Prometo fazer bom uso dele!</p>
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		<title>SEO (otimização de sites) e os menus de navegação interna em seu site</title>
		<link>http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2008/04/21/seo-e-os-menus-de-navegacao-interna-em-seu-site/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 02:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez a notícia mais importante dos últimos tempos para o mercado de SEO tenha sido o anúncio de que o Google-bot em breve passará a ler (e seguir) os menus criados em formulários javascript.
Muita gente ignora os menus internos como ferramenta de SEO. Ora, a navegação interna de um website é feita através de&#8230; Links. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez a notícia mais importante dos últimos tempos para o mercado de SEO tenha sido o anúncio de que o Google-bot em breve passará a ler (e seguir) os <a style="font-weight: bold;" href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2008/04/crawling-through-html-forms.html">menus criados em formulários</a> javascript.</p>
<p>Muita gente ignora os menus internos como ferramenta de SEO. Ora, a navegação interna de um website é feita através de&#8230; Links. É através dos links que os usuários de seu site, os robôs entre eles, localizam as páginas internas.</p>
<p>O problema está em que os robôs são usuários, por assim dizer&#8230; Limitados. Eles não &#8220;enxergam&#8221; uma página web como você e eu, eles apenas lêem o código-fonte. Assim, muitas vezes, os desenvolvedores criam inavertidamente <a style="font-weight: bold;" href="http://www.mattcutts.com/blog/solved-another-common-site-review-problem/">obstáculos intransponíveis</a> para os robôs ao usar imagens, flash e javascript nos links, entre outras tecnologias ininteligíveis para robôs que são desenvolvidos para ler exclusivamente a linguagem HTML</p>
<p>Outro aspecto muito freqüentemente negligenciado é o texto de âncora nos links internos. Mesmo quando os desenolvedores têm o cuidado de criar links de texto em HTML, muitas vezes eles se esquecem de usar textos de âncora significativos para efeito dos buscadores.</p>
<p>Quantas vezes você digitou a palavra &#8220;Home&#8221; ou &#8220;Inicial&#8221; em uma busca no Google?</p>
<p>Qual é o conteúdo de sua página inicial? Coloque uma palavra que descreva esse conteúdo em seus links internos!</p>
<p>O mesmo vale para todos os outros links. Sempre use um texto significativo em seus textos de âncora, algo que reflita o conteúdo daquela página.</p>
<p>Se sua página inicial não tem conteúdo relevante ou significativo o suficiente para ser descrito com uma palavra mais interessante do que &#8220;Inicial&#8221; ou &#8220;Home&#8221;, mude o conteúdo dessa página!</p>
<div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #cccccc; font-size: x-small;">Blogged with the <a style="color: #999999; font-weight: bold;" title="Flock Browser" href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" target="_new">Flock Browser</a></div>
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		<title>Palestra sobre Design, Programação e Conteúdo nos Negócios WEB</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 12:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na noite de ontem, Géssica e eu atendemos ao gentil convite da IESVILLE para proferir palestra sobre a gestão integrada de design, programação e conteúdo numa perspectiva de negócios. No confortável e bem equipado auditório da instituição, falamos durante uma hora a professores e estudantes dos cursos de Comunicação para Web e de Desenvolvimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_kh855AGwvCA/R0vySpLwXPI/AAAAAAAAAKA/l1gVXLyPtuo/s1600-h/S4020161.JPG"><img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_kh855AGwvCA/R0vySpLwXPI/AAAAAAAAAKA/l1gVXLyPtuo/s400/S4020161.JPG" alt="Géssica Hellmann em palestra na IESVILLE" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137466202052910322" border="0" /></a></p>
<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt>Na noite de ontem, <a style="font-weight: bold;" href="http://gehspace.blogspot.com/">Géssica</a> e eu atendemos ao gentil convite da <a style="font-weight: bold;" href="http://www.iesville.com.br/">IESVILLE</a> para proferir palestra sobre a gestão integrada de design, programação e conteúdo numa perspectiva de negócios. No confortável e bem equipado auditório da instituição, falamos durante uma hora a professores e estudantes dos cursos de Comunicação para Web e de Desenvolvimento de Sistemas de Informação sobre diversos temas já abordados neste blog, entre outros que compõem nossa experiência profissional.<br /><script type="text/javascript"><!--<br />descrColor="000000";titleColor="CC0000";urlColor="CC0000";borderColor="CC0000";bgColor="FFFFCC";altColor="FFFFCC";category="1,10,11,12,2,3,4,8,9";coddisplaysupplier="e5981939b9394a45832acec0e0e4ab5e";formatId="21";has_search="1";numads="2";type="2";deslabel="seo";<br />--></script><script type="text/javascript" src="http://adrequisitor-af.shopping.uol.com.br/uolaf.js"></script><br />Agradecemos especialmente a atenção da <span style="font-weight: bold;">Professora Daniela Stamm</span> pela simpática acolhida e primorosa organização do evento.</div>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_kh855AGwvCA/R0vw-ZLwXOI/AAAAAAAAAJ4/n4qiFuN9HK8/s1600-h/S4020162.JPG"><img style="cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_kh855AGwvCA/R0vw-ZLwXOI/AAAAAAAAAJ4/n4qiFuN9HK8/s400/S4020162.JPG" alt="Alexis Kauffmann em palestra sobre Negócios Web na IESVILLE" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137464754648931554" border="0" /></a>
<div class="blogger-post-footer"><a href="http://www.gehspace.com/galeriageh.htm"><img border="0" src="http://www.gehspace.com/edicao%20100%20imagens/bannergaleriageh.jpg"/></a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Planejamento do Site (2) &#8211; Dois itens obrigatórios em sua caixa de ferramentas.</title>
		<link>http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2007/01/07/planejamento-do-site-2-dois-itens-obrigatorios-em-sua-caixa-de-ferramentas/</link>
		<comments>http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2007/01/07/planejamento-do-site-2-dois-itens-obrigatorios-em-sua-caixa-de-ferramentas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2007 19:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Planejar um website para o sucesso, ainda que seja um blog simples como este, requer algumas ferramentas de software. Algumas são obrigatórias, outras são opcionais que podem facilitar muito a manutenção da qualidade do site, principalmente à medida que ele for crescendo.
Alerta: Quanto aos programas de SEO (SEO Softwares) é preciso MUITO cuidado e critério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b style="font-family: arial;">Planejar um website para o sucesso</b><span style="font-family:arial;">, ainda que seja um blog simples como este, requer algumas </span><b style="font-family: arial;">ferramentas de software</b><span style="font-family:arial;">. Algumas são obrigatórias, outras são opcionais que podem facilitar muito a </span><b style="font-family: arial;">manutenção da qualidade do site</b><span style="font-family:arial;">, principalmente à medida que ele for crescendo.</span>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><b>Alerta:</b> Quanto aos <b>programas de SEO (<i>SEO Softwares</i>) </b>é preciso MUITO cuidado e critério para utilizá-los. A maior parte dos softwares disponíveis, na melhor das hipóteses, são simplesmente inúteis. Na pior, podem ter efeito contrário ao desejado: usam táticas <a href="http://meusitenaprimeirapaginadogoogle.blogspot.com/2007/01/black-hat-seo-ganhe-dinheiro-rpido.html#links"><b>black-hat</b></a>, enchem sua página de código inútil e o induzem o Google penalizar seu site por prática de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spamdexing"><b>spam-dexing</b></a>.</p>
<p>Vamos começar com o <span style="font-weight: bold;">kit básico</span>: <span style="font-weight: bold;">editores de html</span> e <span style="font-weight: bold;">navegadores web</span>.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Editores de HTML:</span><br /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Se você usa um serviço público de blogs, como o <a href="http://www.blogspot.com/"><b>blogger</b></a>, ele mesmo já oferece editores básicos de html e templates (modelos de páginas que podem ser adaptadas para personalização). Esses editores e templates são muito bons se o objetivo do seu blog, como o deste aqui, se limitar a publicações de texto, algumas imagens estáticas e você não pretende se aprofundar em <b>técnicas de programação</b> e <b>webdesign.</p>
<p></b>Cedo ou tarde, porém, a maior parte dos blogueiros deseja personalizar o visual dos seus blogs. É um desejo justo, pois, como dissemos no post anterior, o design funciona como o cenário de uma peça de teatro: destaca e dá mais brilho ao conteúdo. É nesse momento que suas necessidades se igualam às de um webdesigner.<o :p> </o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Praticamente todos os softwares editores de textos e apresentações oferecem a opção de salvar documentos em formato html e, inclusive, oferecem alguns templates bastante práticos para quem está começando a se aventurar no design de páginas web. A desvantagem está no fato de que esses programas não são primariamente projetados para webdesign e, portanto, seus recursos são muito limitados. É muito difícil obter </span><span style="font-family:Arial;">páginas web</span><span style="font-family:Arial;"> com aparência minimamente profissional usando esses programas.<o :p> </o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Uma opção mais avançada, usada por profissionais, são os <b style="">programas de webdesign WYSIWYG</b> (sigla para “what-you-see-is-what-you-get” – “o que você vê é o resultado que você obtém”), como o <a style="font-weight: bold;" href="http://www.microsoft.com/frontpage/">Microsoft Front-Page</a> e o <a style="font-weight: bold;" href="http://www.adobe.com/products/dreamweaver/">Adobe Dreamweaver</a>. Esses softwares oferecem interfaces amigáveis que, <span style="font-style: italic;">teoricamente</span>, permitem ao designer distribuir os elementos na página sem que o desingner precise se preocupar com programação.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Note que eu disse “<span style="font-weight: bold; font-style: italic;">teoricamente</span>”. De fato, nenhum programa de webdesign é 100% WYSIWYG. o que esses programas fazem é interpretar as suas ações na tela do computador e transformá-las em código. Nem sempre eles “entendem” corretamente o que você quis fazer e deixam “sujeira” no código de sua páginas. O resultado é um site mais lento, pesado e cujas páginas não são exibidas do jeito que você pretendia.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">No fim das contas, os <span style="font-weight: bold;">softwares de design</span> com tecnologia mais avançada que existem continuam sendo os <span style="font-weight: bold;">editores de textos</span> mais simples, como o <a style="font-weight: bold;" href="http://www.notepad.org/">bloco de notas do Windows</a>! Cedo ou tarde, não importa a tecnologia empregada na criação de sua página, você terá que revisar o código html linha por linha, para “limpar” os bugs na exibição de sua página. Textos que se sobrepõem a imagens, links e parágrafos que aparecem em fontes diferentes das que você escolheu, imagens que aparecem no “lugar errado”, todos esses são problemas que só podem ser resolvidos corrigindo o código-fonte de sua página em um editor de textos. Isso nos leva ao segundo item obrigatório em sua caixa de ferramentas.</span><br /><span style="font-family:Arial;"><o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><b style=""><span style="font-family:Arial;">Navegadores Web:  <!--[endif]--><o :p></o></span></b></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Um outro tipo de problema mais sutil, ainda ignorado por mais de 90% dos webdesigners é a incompatibilidade do código de sua páginas com certos navegadores. Por exemplo, o seu site aparece perfeito no Internet Explorer 6 mas fica horrível no <a style="font-weight: bold;" href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/ie/default.mspx">Internet Explorer 7</a>. <o :p></p>
<p></o>Não, não é maldade da Microsoft. Se você visualizar o mesmo site no navegador <a style="font-weight: bold;" href="http://br.mozdev.org/firefox/">Mozilla Firefox</a> ou no <a style="font-weight: bold;" href="http://www.opera.com/">Opera</a>, vai encontrar os mesmos defeitos de visualização&#8230; Ou outros ainda piores.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><o :p></o>Qual é a causa do problema?<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><o :p> </o>A resposta não é simples. O HTML não é exatamente uma “linguagem de programação”, pois você não cria “softwares” em html. Na verdade, o html é uma <span style="font-weight: bold;">linguagem de comunicação com o navegador web</span> (web browser), ele sim um software. Através do <span style="font-weight: bold;">código html</span>, você informa ao browser qual é a fonte do texto, tamanho do título, posicionamento das imagens e parágrafos, etc. O software do browser usa essas informações para desenhar (“renderizar”) </span><span style="font-family:Arial;">as suas páginas</span><span style="font-family:Arial;"> na tela do computador.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">O Internet Explorer, até a versão 6, era um navegador muito “flexível” na interpretação dessas instruções, com uma faixa de tolerância muito larga para códigos mal-escritos.<br /></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Essa tolerância não era por acaso. Afinal, seria contraditório exibir incorretamente no Internet Explorer uma página gerada no Microsoft Word, no PowerPoint ou Front-Page. O navegador da Microsoft tinha que ser compatível com os bugs de codificação html dos próprios softwares da Microsoft.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Isso não era um problema para os webmasters enquanto o Internet Explorer detinha praticamente o monopólio do mercado de navegadores, após a derrocada da <a style="font-weight: bold;" href="http://www.netscape.com/">Netscape</a>. Se você fizesse um site com boa visualização em Internet Explorer, ele seria bem visualizado por quase 100% dos usuários de Internet e podia ignorar os poucos “nerds excêntricos” que usavam outros navegadores.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><o :p></o>Mas essa <span style="font-weight: bold;">babel de códigos mal-escritos</span> não poderia durar para sempre. O esforço de padronização da programação para a web empreendido pela <a style="font-weight: bold;" href="http://www.w3.org/">W3C</a> encontrou eco no projeto <a style="font-weight: bold;" href="http://www.mozilla.org/">Mozilla</a> com seu excelente navegador <span style="font-weight: bold;">Firefox</span>. O Firefox é um navegador muito pouco tolerante com código mal-escrito e segue estritamente as regras de padronização da W3C.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><o :p></o>Com a crescente popularização do Firefox como navegador preferido de um número cada vez maior de internautas, aquelas “lindas” páginas web criadas no Microsoft Word expuseram ao mundo todos os seus defeitos de codificação. Por mais que a Microsoft quisesse ignorar as normas W3C, ela se viu forçada a adotá-las na versão 7 do Internet Explorer, sob ameaça de desaparecer do mercado ante o avanço do Firefox&#8230; Inclusive porque a <a style="font-weight: bold;" href="http://browser.netscape.com/ns8/">versão 8 do navegador Netscape</a> ameaçava ressurgir das cinzas ao oferecer a opção de visualizar qualquer página web “à moda Internet Explorer” ou “à moda Firefox”.<o :p></o></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><o :p></o>Portanto, seja você um webdesigner profissional, um blogueiro que quer criar o próprio template, um empresário que mantém um website institucional ou comercial, você PRECISA fazer o download, instalar e testar a visualização de seu site em todos os navegadores. Se a codificação de suas páginas não estiver 100% de acordo com as normas W3C, muito em breve seu site vai se tornar “invisível” para a esmagadora maioria dos usuários, à medida que cada vez mais internautas migrarem para o Internet Explorer 7, Firefox e Opera. Confira no gráfico abaixo a participação de mercado dos diferente navegadores em Dezembro de 2006 e coloque a barba de molho&#8230;</span></p>
<p>  <a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2160/4261/1600/842444/CFT0107_0350220AB3E.png"><img style="cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2160/4261/320/46893/CFT0107_0350220AB3E.png" alt="Microsoft Internet Explorer 6 perde terreno" border="0" /></a>
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		<title>Planejamento do Site (1) &#8211; Conteúdo, Design e SEO (otimização de sites).</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jan 2007 05:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexis Kauffmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEO (otimização de sites)]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez a idéia de planejamento de conteúdo pareça estranha à primeira vista. Um erro comum cometido por blogueiros e donos de websites pessoais é criar o website, adicionar o que bem entendem sem planejamento e esperarem que o reconhecimento e o sucesso virão sozinhos, por uma pura questão de talento.
De fato, a web é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez a idéia de <span style="font-weight: bold;"><a href="http://www.soartigos.com/articles/353/1/PLANEJAMENTO-e-EXECUCAO/Page1.html">planejamento</a> de conteúdo</span> pareça estranha à primeira vista. Um erro comum cometido por <span style="font-weight: bold;">blogueiros</span> e donos de <span style="font-weight: bold;">websites pessoais</span> é <span style="font-weight: bold;">criar o website</span>, adicionar o que bem entendem sem planejamento e esperarem que o <span style="font-weight: bold;">reconhecimento</span> e o <span style="font-weight: bold;">sucesso </span>virão sozinhos, por uma pura questão de <span style="font-weight: bold;">talento</span>.</p>
<p>De fato, a web é um <a style="font-weight: bold;" href="http://www.google.com/technology/index.html">meio de comunicação muito democrático</a>. Abre caminho para infinitas <span style="font-weight: bold;">formas de auto-expressão</span> dos mais variados talentos. Entretanto, ao publicar suas criações na web, seu objetivo é que elas sejam vistas e reconhecidas por outras pessoas. Logo, você precisa pensar nessas pessoas, numa forma de apresentar-se ao mundo que seja interessante e útil para as pessoas que vão acessar o seu site.</p>
<p>Se você fizer um site pensando apenas em si mesmo, você será o seu único visitante por longo tempo. Talvez para sempre.</p>
<p>Lembre-se de que seu site estará competindo com mais de 8 bilhões de páginas web pela atenção dos usuários.</p>
<p>Uma outra forma distorcida de abordar a criação de websites  é  pensar exclusivamente em termos das <span style="font-weight: bold;">ferramentas-de-busca</span> (<span style="font-weight: bold;">buscadores</span>). Fazer um site tendo em mente apenas <span style="font-weight: bold;">liderar os resultados do Google</span>, sem pensar no usuário final. Este é um erro freqüente em websites comerciais, voltados exclusivamente para <span style="font-weight: bold;">e-commerce</span> (<span style="font-weight: bold;">comércio eletrônico</span>), principalmente quando seus proprietários sucubem à tentação ilusória de obter <span style="font-weight: bold;">ganhos financeiros rápidos</span>.</p>
<p>Ambas as abordagens são receitas para decepção, porque desprezam o usuário final.</p>
<p>Lembre-se de que os buscadores seguem o <span style="font-weight: bold;">comportamento dos usuários da web</span>.  Eles evoluem constantemente para oferecer <span style="font-weight: bold;">resultados relevantes</span> para os usuários. Assim, sites voltados para o umbigo do webmaster ou sites planejados exclusivamente para aparecer no <span style="font-weight: bold;">topo das páginas de resultados do Google</span> sem oferecer conteúdo relevante &#8211; isto é, útil e de qualidade &#8211; para os usuários da web acabam tendo vida curta e resultados pífios.</p>
<p>Outra forma problemática de abordar o conteúdo é fazer o site, criar conteúdo útil, colocá-lo no ar e só depois pensar em otimizá-lo para as ferramentas de busca.</p>
<p>Eu cometi esse erro, por desconhecer as técnicas de SEO. O resultado é que estou até hoje otimizando as 182 páginas html de meu outro website. Certamente, teria sido mais fácil tê-lo planejado corretamente desde o início para conteúdo e SEO quando de sua fundação.</p>
<p>Veja: SEO e criação de conteúdo não são áreas conflitantes ou opostas. São técnicas complementares. Seu site só ganhará <span style="font-weight: bold;">relevância nas ferramentas de busca</span> se os usuários considerarem que seu conteúdo é relevante. Por outro lado, se o seu site não puder ser encontrado pelos <span style="font-weight: bold;">usuários da web</span> em suas <span style="font-weight: bold;">buscas no Google</span>, na prática, seu site será irrelevante, pois ninguém saberá que ele existe.</p>
<p>Outro conflito artificial é entre <span style="font-weight: bold;">SEO e webdesign</span>, também técnicas complementares. Após alguns anos de experiência, sou capaz de reconhecer com apenas uma olhada um site feito exclusivamente para SEO sem a ajuda de designers. São sites feios, &#8220;chochos&#8221;, sem atrativos nem <span style="font-weight: bold;">identidade visual</span>. Você pode navegar por dezenas de sites como esse e ficar com a impressão de que está sempre no mesmo lugar.</p>
<p>Por outro lado, também sou capaz de reconhecer em apenas uma olhada um site feito por <span style="font-weight: bold;">webdesigner</span> que desconheça as técnicas de SEO. São sites bonitos, cheios de sofisticados <span style="font-weight: bold;">efeitos visuais</span> que pouca informação acrescentam ao usuário (qualquer animação ou efeito 3D, por mais bonito e criativo que seja, enjoa no terceiro acesso) e ainda dificultam o trabalho dos <a style="font-weight: bold;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_crawler">spiders</a> e, portanto, são de difícil <span style="font-weight: bold;">indexação</span> pelas ferramentas-de-busca.</p>
<p>Em resumo, quais são os <span style="font-weight: bold;">passos para criar um site bem-sucedido</span>? São três, por ordem de prioridade:</p>
<p>1 &#8211; Planejamento do Conteúdo &#8211; apresente seu contéudo em uma forma útil para os usuários.<br />
2 &#8211; Design &#8211; bonito, atrativo, deve destacar o seu conteúdo e conferir identidade visual ao seu site.<br />
3 &#8211; SEO &#8211; Otimização do conteúdo e ajustes no design em um processo de <span style="font-weight: bold;">interação dinâmica.</span> As <span style="font-weight: bold;">técnicas de SEO</span> não devem se sobrepor ao conteúdo nem mutilar o <span style="font-weight: bold;">design</span>. Por outro lado, o design deve ser planejado de forma a não atrapalhar o trabalho dos spiders nem se destacar tanto que dificulte o acesso do usuário à informação que está procurando.</p>
<p>Imagine um teatro. O conteúdo é o ator no centro do palco. O design é o cenário da peça. O SEO é a iluminação do palco. E os usuários da web formam a platéia.</p>
<p>Você não vai a um teatro para admirar o lindo cenário ou os ótimos efeitos de iluminação. Você vai ao teatro para assistir a uma peça.</p>
<p>Portanto, o cenário e a iluminação estão ali para valorizar o trabalho do ator e tornar ainda mais atrativa sua atuação. Não há cenário ou iluminação que salvem uma peça encenada por atores canastrões. Assim como não há resultados espantosos em buscas do Google ou técnicas espetaculares de webdesign que salvem um conteúdo pobre.</p>
<p>Mas, se você puder valorizar o seu conteúdo com um belo design e destaque no Google, você deve fazê-lo.</p>
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