Marvel Max 66

marvel-max-65 Marvel Max #66
Se após a morte da Pixel Fábulas a revista Universo DC assumiu o post de melhor revista mensal, a Marvel Max vem forte e garante no mínimo um segundo lugar! Terminaram os arcos de Zumbi e Barracuda e entraram as HQ´s 1985 e A Guerra é um inferno.

1985

Roteiro: Mark Millar

Arte: Tommy Lee Edwards

A minissérie 1985 é um trabalho de Mark Millar (Guerra Civil) que até onde eu sei não se encaixa na cronologia Marvel atual, embora ela se passe no universo Marvel do ano de 1985.

Vou explicar: No “mundo real”, os heróis Marvel não existem, há um garoto, chamado Toby, que não vai bem na escola e tem poucos amigos por que é traumatizado com a separação dos pais e encontra nos quadrinhos da Marvel um mundo onde todos os problemas “se resolvem em 24 páginas”, e se torna um leitor compulsivo de quadrinhos.

Tudo vai bem (ou mal) até que umas pessoas estranhas chegam pra morar numa velha casa num bosque perto da casa do garoto. Passeando com seu pai por perto da casa, um homem estranho oferece gibis raríssimos da Marvel para Toby. Enquanto seu pai e o homem conversam ele vê um estranho sujeito, uma cara que Toby conhece de algum lugar… Na verdade das páginas dos quadrinhos!
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O garoto volta para investigar a casa e acaba se deparando com outros vilões da Marvel, que magicamente saíram dos quadrinhos e estão morando na velha casa enquanto esperam as ordens de um tal de “maioral”, que permanece com sua identidade secreta dos leitores nessa primeira edição. Obviamente o objetivo deles é dominar o mundo! BWA-HA-HA!

1985 é uma HQ criativa e que desperta o interesse de saber o que o roteirista Mark Millar reserva para os próximos números. Só espero que não se torne uma briga campal entre heróis e vilões , porque seria um baita clichê (repare que todas as grandes sagas da DC/Marvel acabam assim)  e estragaria a boa idéia de HQ, que é tentar retratar os personagens da editora no mundo real.

O primeiro número não chegou a empolgar, apenas trata de aprensentar a história, mas cumpre bem o seu papel de incentivar o leitor a continuar acompanhando a história.

Nota 8,5

Punisher Max #44

Roteiro: Garth Ennis

Arte: Lan Medina, Bill Reinhold e Raúl Treviño

Eu não consegui comprar a Marve Max #65 porque estava muito feliz da vida aproveitando o carnaval sob o sol de Búzios ao lado da minha namorada linda, fazendo passeios de barco em Arraial do Cabo e indo pra boates com Open Bar a noite! MORRAM DE INVEJA SEUS NERDS PROBRES! BWA-HA-HA!

Passado esse momento vilãnesco, eu só disse isso pra matar vocês de raiva pra explicar que não consegui ler o início do arco atual do Justiceiro, “O Fazedor de viúvas”. Logo fui ler a história do Justiceiro só por desencargo de consciência. E não é que tive uma grande surpresa!

A história é FODA BAGARAIO! Tem violência, sexo, humor, racismo,tripas voando e até pedofilia… Mas nada disso é gratuito, está tudo muito bem amarrado pelo roteiro de Garth Ennis e nada fica com aquele parecendo vulgar.

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Apenas para termos de comparação, não consigo me lembrar de nenhum filme que tenha chegado perto dessa edição de o Justiceiro. Além das habituais “caçadas” do Punisher, a trama principal gira em torno de um grupo de viúvas. Seus maridos eram todo bandidos assassinados pelo Justiceiro, e elas se unem pra tentar matá-lo e assim vingar seus maridos.

O único defeito fica pela edição da Panini, que não colocou os habituais resumos da edição passada pra situar os leitores.

Não perco o próximo número de Punisher por nada!

Nota 10

A Guerra é um inferno #1

Roteiro: Garth Ennis

Arte: Howard Chaykin e Brian Reber

Não sei de onde veio e nem sei pra onde vai. Assim como o personagem dessa história, também escrita por Garth Ennis, não da pra sacar muito qual vai ser o rumo que essa trama vai tomar. Ela se passa durante a segunda guerra mundial, com um grupo de aviadores americanos que estão na europa.

O que já deu pra perceber é que vai ser um misto de humor, tripas e suspense. O personagem principal é cheio de segredos e da pra esperar várias reviravoltas na trama.

Nota 8,0

Zumbis Marvel II #3

Roteiro: Robert Kirkman

Arte: Sean Phillips e June Chung

Assim como no Justiceiro, perdi a edição passada de Zumbis Marvel. De algum modo, o Homem Aranha e Luke Cage abandonaram o grupo de heróis-zumbis e passaram a ajudar os últimos humanos vivos.

Na verdade essa edição não tem nada demais. Os zumbis malvadinhos descobrem a máquina que eles tanto querem está com os sobreviventes. Os zumbis bonzinhos lutam contra o Gladiador, também um zumbi. Depois tem muita conversa até o ápice final, onde mostram o filho-zumbi do Pantera Negra, que todos achavam que tinham morrido (bem, na verdade ele morreu…). Aparentemente colocaram o cérebro dele no corpo do Capitão América ou coisa assim.

A história não é ruim, mas também não chega a empolgar.

Nota 8,0

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