Post do Leitor: Turma da Mônica Jovem 8

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Esse é o primeiro post feito por um leitor aqui pro Reviews Quadrinhos. Renan Lima, do Rio de Janeiro, resenha a edição n° 8 de Turma da Mônica Jovem, que contém a última parte do Arco “O Brilho de um Pulsar”. Quer mandar o seu review também? Ta esperando o que? Email pra rodrigo_galhano@hotmail.com

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Este é o fim do segmento “O Brilho de um Pulsar”, que mostra as aventuras de um robô encontrado nas ruínas de Marte pela turma da Mônica, onde se descobre que ele vem de um império intergalático, onde a Princesa Mimi luta para se tornar a soberana deste reino.
Tudo no estilo sci-fi.

Eu como fã da TMJ fiquei um pouco decepcionado com o final da trama, pois esperava uma grande luta entre Mônica e Princesa Mimi, mas ninguém bateu em ninguém, só aconteceram rajadas de raios. Nessa hora um pouco do estilo Dragon Ball de lutar podia valer a pena, mas a luta teve mais falatório que pancadas e pontapés. Isso não empolgou ninguém, assim como a história toda. Não emplacou.
Diálogos cansativos, espada pulsar bizarra e a Hoshi como um esdrúxulo boneco de ação.

Bom, agora vendo a primeira edição deste arco até a última, vejo que a trama perdeu o rumo. A 6ª edição deixava o leitor pensando que a história mostraria maravilhas tecnológicas e um robô com sentimentos humanos, até vermos uma confusão de sentimentos profundos entre Mônica e o robô, junto com Cebola e Xabéu. Isto poderia dar até uma melhora na trama, se não fosse a emoção exagerada dos diálogos.

E já que o tema é sci-fi, uma questão é levantada: sobre as armas serem sempre opção para resolver qualquer problema. Esse foi o assunto do diálogo entre Astronauta e Franja. Este assunto é até interessante, é verdadeiro, se aplica a nossa sociedade e poderia ser o tema principal deste arco, mas infelizmente não deu relevância na história. O tema central mesmo foi sobre uma Mônica forte apenas no físico, mas tão sensível quanto uma boneca de porcelana, tão frágil quanto vidro, tão nobre quanto uma sardinha…(momento Chaves ¬¬’). Prefiro a Mônica briguenta como sempre.

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Até agora não teve pontos positivos citados por mim, mas é porque eu esperava uma história melhor. Por isso eu ainda prefiro ler as Quatro Dimensões Mágicas que O Brilho de um Pulsar, assim as pessoas podem rir dos Orcs que se chamam Óincs, rir das ruas KBPS e HTML, rir do irmão do Ki, Cosmos, Chakra e Nen, o FUSI, e rir das bandejas de prata que matam lobisomens vestidos de Michael Jackson.

Os melhores momentos então foram: saber que o planeta Terra está tão evoluído quanto nos universos Marvel e Dc, tão evoluídos que fizeram clonagem de dinossauros e tem um bando de primitivos andando por aí (isso é evolução? ironia…). Outra coisa boa foram os robôs da guarda real que tentaram explicar até o fim que “resiliente” é adjetivo. E dou meus parabéns pela grande sacada de Franja e Astro que descobriram que as naves eram só hologramas. Não mudou o rumo da história, mas enfim.

Última citação: a Mônica diz na última página: “Se alguém tão parecida comigo governa a galáxia, imaginem só o meu futuro!” Não sei bem, mas tomara que melhore daqui pra frente.

Nota dessa edição: 6,5

Nota do arco: 6,5

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