Se beber, não case

se beber, não case

Essa semana finalmente consegui assistir a comédia “Se beber, não case“. O filme foi muito elogiado por amigos, conhecidos, imprensa nerd e até ganhou um Globo de Ouro como melhor filme de comédia.

E isso tudo jogou minhas expectativas com o filme lá em cima: Esperava um filme de comédia como a muito tempo não via, que me fizesse rir sem parar e que me fizesse ficar repetindo as piadas por semanas a fio. Então, o filme fez ou não fez por merecer toda essa expectativa?

Cuidado, possíveis spoilers!

Não, não fez. O filme está longe de ser ruim, tem uma história bem interessante, onde um grupo de amigos simplesmente esquece as coisas que fizeram numa noite de farra em Las Vegas e ainda descobrem que um deles, que está com casamento marcado para o dia seguinte, simplesmente desapareceu!

Daí em diante os três amigos restantes passam refazer seus passos na noite passada para encontrarem o amigo perdido, além de se lembrarem do que fizeram na noite passada. As situações são bem criativas e inusitadas (com exceção do casamento em Vegas, com os noivos bêbados ou drogados. Isso já virou clichê, quem não lembra no casamento entre Ross e Rachel em Friends?).

O problema é que são poucas as partes em que você ri muito, como por exemplo na hora em que encontram um tigre no banheiro ou ainda quando descobrem que o tigre pertence a MIKE TYSON e quando o mesmo vai buscar o seu bichinho de estimação de volta. Curti muito a partitipação dele. Destaque também para os coadjuvantes “Mr. Chow” e “Black Doug“, responsáveis por uma das melhores partes do filme, quando pagam o resgate do “Doug” errado!

No restante do filme você da uma risada aqui e acolá, acompanha a história com interesse e tal, mas não achei “Se beber, não case” fez justiça a tantos elogios que recebeu. É um bom filme sim, sem dúvida, mas longe de ser ótimo.

Nota 8.

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