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	<title>Reviews HQ &#187; entrevista</title>
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	<description>Reviews e notícias sobre Histórias em Quadrinhos, Cinema e Eventos</description>
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		<title>Entrevista com Marcus Donner, editor da Quadrix</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[histórias em quadrinhos nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[quadrix]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quase duas semana atrás fiz um post sobre a Quadrix, uma nova editora que está prestes a entrar no mercado de quadrinhos, com o foco principal voltado para a publicação de histórias em quadrinhos de autores nacionais. Quando fiz esse post enumerei vários fatores...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1482" title="quadrix magazine" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/10/box_Qmagazine.png" alt="quadrix magazine" width="265" height="100" /></p>
<p>Há quase duas semana atrás fiz um post sobre a<a title="Quadrix" href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2009/10/quadrix-uma-nova-editora-chegando-ao-mercado/" target="_blank"> Quadrix</a>, uma nova editora que está prestes a entrar no mercado de quadrinhos, com o foco principal voltado para a publicação de<strong> histórias em quadrinhos de autores nacionais</strong>.</p>
<p>Quando fiz esse post enumerei vários fatores que podem atrapalhar um projeto desse tipo. Movido por essas perguntas, hoje publico uma entrevista que fiz por email com o editor e futuro relações públicas da <a title="Quadrix site oficial" href="http://www.quadrix.com.br/" target="_blank">Quadrix</a>, <strong>Marcus Donner</strong> (seria ele parente do Hans Donner? Essa pergunta fica para uma próxima entrevista!), que responde as minhas pergutas e nos deixa conhecer um pouco melhor o projeto dessa editora.</p>
<p>Deixo aqui o meu <strong>muito obrigado</strong> ao Marcus que, mesmo cheio de trabalho, arranjou um tempo para responder as minhas perguntas. Sem mais firulas, vamos a elas!</p>
<p><strong>A Quadrix está chegando ao mercado com uma proposta audaciosa, até mesmo arriscada: Publicar apenas material nacional. Como vocês estão se preparando para entrar no saturado mercado nacional de quadrinhos, onde centenas de títulos, nacionais e estrangeiros, são lançados todos os meses?</strong></p>
<p><em>Antes de tudo é preciso explicar o que é a Quadrix.</em></p>
<p><em>A Quadrix teve início simplesmente para dar vida aos trabalhos de seus fundadores: somos um grupo de desenhistas cuja liderança recai sobre nosso editor chefe, Alex Magnos, que é também o responsável por reunir o grupo. A Quadrix não surgiu com a pretensão de se tornar uma Marvel ou DC do amanhã, simplesmente estávamos cansados de receber “não” de editores/editoras quando enviávamos nos trabalhos. A Quadrix é nova e pequena, não somos magnatas, o dinheiro não corre solto. Tudo será feito na raça, com muito esforço, determinação e amor aos quadrinhos brasileiros. Contudo, é um fato supreendente que, com um pouco de divulgação, uma massiva quantidade de pessoas, ótimos desenhistas e roteiristas, nos procuraram nessas últimas semanas. Isso é uma maravilha porque estaremos de portas para todos que nos procurarem e desejarem unir forças nessa jornada, que será conquistar um espaço no mercado de quadrinhos brasileiros.</em></p>
<p><em>Acreditamos que as idéias originais e inovadoras que estamos desenvolvendo, unidas a um trabalho profissional, marcarão um grande diferencial nas publicações da Quadrix. Outro fato,  é que vamos atuar em sentido inverso à transformação dos quadrinhos em um artigo de luxo, algo que tem ocorrido cada vez mais na última década e que serve principalmente para afastar os leitores. Pensamos em quadrinhos como nos anos de 80 ou mesmo nos primeiros da década de 90. Um quadrinho bem escrito, bem desenhado, que seja barato, que possa conquistar e respeitar os leitores.</em></p>
<p><strong></p>
<p>Vocês acham que ainda há um certo preconceito de uma parte do público em relação a quadrinhos nacionais? Se sim, como pretendem lidar com isso?</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><em>Sem dúvida que ainda hoje existe preconceito ao quadrinho nacional. Dificilmente deixará de existir. Essa é uma questão fortemente ligada a aspectos culturais de nosso povo. Não é de hoje que as pessoas tendem a dar mais valor ao que vem de fora, ao que é estrangeiro. Isso acontece não só nos quadrinhos, mas também no cinema, literatura, ou seja, em quase todas as áreas. Nos quadrinhos, que é nossa área, isso realmente é algo ridículo, pois grandes artistas brasileiros desenham a anos para o mercado norte-americano. Esses caras poderiam muito bem estar fazendo algo aqui mesmo no Brasil, algo com a nossa cara, nossa cultura, mas para isso seria necessário ter alguém disposto a “arriscar”. Contudo, dificilmente uma editora brasileira – por mais que deseje “fazer o diferencial” &#8211; vai querer investir em uma “indústria de quadrinhos brasileiros” tendo que pagar roteiristas e artistas aqui mesmo no Brasil, quando podem lucrar muito mais licenciando uma HQ produzida pelos norte-americanos, pagando $5USD por página PB ou $10USD por página colorida.</em></p>
<p><em><img class="aligncenter size-medium wp-image-1485" title="redkiler-00-eltonthomasi" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/10/redkiler-00-eltonthomasi-206x300.jpg" alt="redkiler-00-eltonthomasi" width="206" height="300" /><br />
</em></p>
<p><em>No início de 2008, a Quadrix também entrou em negociação com algumas editoras gringas, mas depois decidimos fazer realmente diferente, então abandonamos esse caminho. O que não falta no Brasil são editoras que publicam o material deles, dos norte-americanos. Se fizessemos isso, não estaríamos apresentando nada de novo, seriamos mais uma entre muitas. Decidir por apostar na HQB foi uma grande decisão de nosso editor chefe, e estamos seguros dessa decisão, pois muitos nomes já consagrados nos quadrinhos, aqui e lá fora, nos procuraram e juntos estamos desenvolvendo grandes projetos para o quadrinho nacional.</em></p>
<p><strong></p>
<p>Quem é o público-alvo da Quadrix? São aqueles leitores veteranos, que gastam todos os meses uma quantia considerável com HQ´s, são os novos leitores, que estão entrando nesse meio agora, são os leitores casuais, são os que ainda não são leitores&#8230; Quem são?</strong></p>
<p><em>Acreditamos que a tendêcia de transformar os quadrinhos em artigos de luxo é um dos grandes responsáveis pelo afastamento de alguns leitores. Lógico, que uma HQ trás um trabalho minucioso de um roteirista, de um artista e dos demais responsáveis por levá-la ao alcance dos leitores. Contudo, mesmo com as crises financeiras, elevados preços de gráficas, pode-se fazer um quadrinho que seja barato, que não pese no bolso nem do leitor veterano nem do novato, e que também dê lucro para a editora. Claro que estamos falando de uma editora que deseje apostar, ou melhor, plantar hoje para colher amanhã. Isso pode soar quase uma utopia, mas não é impossível se a coragem estiver aliada à determinação. Essa é nossa meta, veremos o que o futuro nos reserva.</em></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1483" title="quadrix aventura e ficção" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/10/qaf01-cover-promo-212x300.jpg" alt="quadrix aventura e ficção" width="212" height="300" /></p>
<p><strong><em>Quadrix Aventura e Ficção</em></strong><strong> </strong><strong>será o primeiro lançamento da editora. Vocês já tem outros lançamentos confirmados ou vai depender de como a</strong><strong> </strong><strong><em>QAF</em></strong><strong> </strong><strong>vai se sair nas bancas?</strong></p>
<p><em>Neste momento não vamos colocar a QAF nas bancas, mas em comic shops, gibitecas, lojas virtuais, livrarias do ramo, etc. Nossa preocupação em disponibilizar um quadrinho com preços camaradas se alia a nossa preocupação em remunerar nossos colaboradores de forma honesta, assim estamos desenvolvendo uma forma própria para distribuição de nossas publicações.</em></p>
<p><em>Além da QAF, que estará disponível a partir do dia 22 de Outubro, estamos trabalhando para o lançamento de Sertão Selvagem que será outro título regular da Quadrix voltado para colaboradores. Será da QAF e da Sertão que selecionaremos idéias e personagens para possíveis séries, e roteiristas, artistas para trabalharem conosco.  Também estão sendo desenhadas as graphic novels Jonas Solomon (cangaço/ficção), Lua Negra (terror/sobrenatural), A Montanha Negra e Pássaro de Fogo (fanstasia/regionalismo). Além de algumas mini-séries como RedKiller (nazismo/espionagem/ficção-científica). Dentre todos os projetos que a Quadrix está planejando para 2010, dois têm destaque especial: O primeiro é Cangaceiros &#8211; Homens de Couro volume 2, de Wilson Vieira, cujo volume 1, lançado em 2004, foi ilustrado por Eugenio Colonnese. Esse segundo volume será desenhado por Anilton Freires, que manda muito bem desenhando sertão. Wilson já é considerado um parceiro inseparável da Quadrix, foi um dos primeiros a nos contatar, ainda quando não estávamos na mídia, e juntos ainda vamos desenvolver grandes projetos. O Segundo é A Insólita Família Titã, uma verdadeira obra prima do quadrinho nacional. Foi essa HQ que abriu as portas da Marvel para Bené Nascimento, o Joe Bennett. Joe e Ruy José estão preparando um remake espetacular para comemorar o aniversário de vinte anos dessa obra. A Insólita Família Titã será publicada pela Quadrix Comics no primeiro sementre de 2010. Também esperamos desenvolver uma grande parceria com Joe Bennett a partir de A Insólita Família Titã.</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1487" title="família titã" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/10/família-titã.jpg" alt="família titã" width="215" height="300" /></p>
<p><strong><br />
Quem são os artistas e roteiristas que trabalham com a Quadrix?</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><em>Alex Magnos, que é o idealizador da Quadrix e também o editor-chefe, é o roteirista de 99% do material que é proprietário da Quadrix e que está sendo ilsutrado nesse memento. Junto com ele estão os desenhistas, Anilton Freires, Marcon Antonio, Liriano Santiago e Elton Thomasi. Elton é o primeiro desenhista a ser selecionado dos que nos contataram depois da divulgação recente da Quadrix.</em></p>
<p><strong></p>
<p>Vocês estão de olho no pessoal que anda publicando seus quadrinhos na internet, as chamadas Webcomics?</strong><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><em>Sempre estamos de olho em boas idéias. Olhamos a net, fanzines, webcomics, mas somente HQ inéditas nos interessam para publicar. Fanzines e webcomics servem para conferirmos a arte ou o texto do cara, mas dificilmente publicaremos uma HQ que já tenha sido disponibilizada em Fanzine ou webcomics, salvo se for muito boa mesmo ou se houver um considerável número de leitores que solicitem a publicação do material.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com Fabio Ciccone</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2009 15:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[fabio ciccone]]></category>
		<category><![CDATA[histórias em quadrinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Aproveitando o lançamento da 500° tira de Magias&#38;Barbaridades, bati um papo por email com o autor, Fabio Ciccone, que além de atingir a incrível marca de 500 tiras de sua webcomic, acabar de lançar seu novo trabalho na web, a webcomic &#8220;O Robô de Euclides&#8220;....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Aproveitando o lançamento da 500° tira de Magias&amp;Barbaridades, bati um papo por email com o autor, Fabio Ciccone, que além de atingir a incrível marca de 500 tiras de sua webcomic, acabar de lançar seu novo trabalho na web, a webcomic &#8220;<a href="http://robodeeuclides.blogspot.com/" target="_blank">O Robô de Euclides</a>&#8220;.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-988" title="toalha_idana" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/05/toalha1.jpg" alt="toalha_idana" width="300" height="399" /><br />
<span id="more-987"></span></p>
<blockquote><p>1 &#8211; O que te motivou a criar M&amp;B e a publica-lá em formato de webcomic?</p></blockquote>
<div><strong>Tem alguns motivos</strong>. Pra começar, o Magias começou muito despretensiosamente, como algo bem amador. Eu gostava de quadrinhos e queria fazer alguma coisa, mas não levava a sério, fazia só por diversão&#8230; então eu publicava na internet por ser o único meio no qual eu poderia publicar qualquer coisa, mesmo amadora, por não ter nenhuma necessidade comercial. Além disso, o formato a temática aventura/fantasia e o formato de tiras que continuam e formam uma história maior, a meu ver, não é um formato muito comercial para meios que normalmente publicam tiras (jornais), então nem cogitei enviar para jornais publicarem. Ao mesmo tempo, esse tipo de hq é bastante comum na internet, sendo que eu fui inspirado por algumas webcomics gringas para escrever neste formato. E, por último, a agilidade é muito importante para mim. Eu não aguentaria manter uma obra por tanto tempo se tivesse que esperar juntar centenas de tiras em um livro antes de publicar. Me sinto mais estimulado quando vejo a reação das pessoas logo que termino de desenhar.</div>
<blockquote style="padding-left: 1ex;">
<div>
<p>2 &#8211; Depois de 500 tiras publicadas você considera que M&amp;B é um sucesso?</p></div>
</blockquote>
<div><strong>Bem, isso é bastante relativo</strong>. Considero que seja um sucesso enquanto webcomic brasileira: poucas estão aí há tanto tempo, tem um público fiel e crescente e, especialmente, eu nunca pensei que um dia eu desenharia um quadrinho por tanto tempo! Porém, em termos de público geral (quantidade de pessoas que leem) e financeiros, ainda tenho muito terreno para alcançar. No Brasil as webcomics têm um certo limite de sucesso, pois as pessoas ainda estão adquirindo o hábito de ler quadrinhos na internet. Para exemplificar, o site do Magias em inglês, sem nenhuma divulgação, chegava a ter a mesma quantidade de acessos do site em português, que eu divulgo em twitter, orkut, fóruns de quadrinhos e etc. Porém, faço o Magias puramente por amor, já que não ganho quase nada com ele, e neste ponto, sim, posso considerá-lo um sucesso!</div>
<blockquote style="padding-left: 1ex;">
<div>
<p>3- O que mudou desde a sua primeira tira até a tira de n° 500?</p></div>
</blockquote>
<div><strong>Muito!</strong> As tiras antigas eram muito amadoras, tanto em termos de texto quanto de arte. Não só eu não as levava muito a sério, como não tinha tanta técnica quanto tenho hoje. Também tenho que acrescentar que a ambientação não era tão rica, mas isso se deve a eu ter escolhido fazer o que eu chamo de &#8220;criação orgânica&#8221; (não sei se eu tirei esse termo de algum lugar ou se inventei, hehehe): vou criando o cenário de acordo com a necessidade da história, ao invés de criar o cenário antes e escrever a história em cima. Com 500 tiras, a ambientação está bem mais rica do que no começo!</div>
<blockquote style="padding-left: 1ex;">
<div>
<p>4 &#8211; Você tem planos ou mesmo já teve propostas pra mostrar seu trabalho em outro meio que não a internet?</p></div>
</blockquote>
<div><strong>J</strong><strong>á houve um projeto pela editora Com-Arte anos atrás</strong>, mas decidi interrompê-lo por uma série de razões. Desde então, não houve nada de novo, mas pretendo, com a atualização das tiras antigas, transformar o Magias em um bom produto e correr atrás disso tão logo o Capítulo XII termine.</div>
<blockquote style="padding-left: 1ex;">
<div>
<p>5 &#8211; Quais são suas expectativas em relação ao seu trabalho com quadrinhos?</p></div>
</blockquote>
<div><strong>Tenho dois caminhos que estou seguindo paralelamente</strong>: o primeiro é com o Magias, continuando trabalhando nele para ser se, um dia, ele se torne uma profissão; o segundo é tentar uma carreira como desenhista de comics americanos, e para isso venho estudando arte de HQ nos últimos anos (um dos motivos da arte do próprio Magias ter evoluído tanto de um tempo para cá). Uma terceira opção seria criar uma nova HQ, em outro formato, para tentar alguma coisa no Brasil. Penso bastante nisso, mas não tenho tempo para levar as ideias a cabo.</div>
<blockquote style="padding-left: 1ex;">
<div>
<p>6 &#8211; O que você tem lido ultimamente?</p></div>
</blockquote>
<div><strong>Leio as duas mensais dos X-Men</strong> (a primeira HQ que comprei na vida aos 12 anos e a única que faço questão de seguir), mais Novos Vingadores e Lanterna Verde; acompanho Dragon Ball pelos especiais da Conrad (estou no começo da fase Z) e, sempre que sobra uma grana, compro algum álbum. Os últimos foram Maus e aquela publicação das primeiras HQs das Tartarugas Ninjas. Também acompanho várias webcomics (as que têm link no site do Magias) e as tiras da Folha de São Paulo.</div>
<blockquote style="padding-left: 1ex;">
<div>
<p>7 &#8211; Espaço livre para mandar sua mensagem, fazer um merchan, piada, etc!</p></div>
</blockquote>
<div><strong>Nada demais</strong>, apenas dizer a todos os leitores do Magias, que apresentem-na a seus amigos leitores de HQ, jogadores de RPG ou afins. Quanto mais, melhor!</div>
<div></div>
<div></div>
<div>**</div>
<div></div>
<div></div>
<div>E fica o convite do Fabio e do Reviews HQ para que leiam o novo trabalho dele, <a href="http://robodeeuclides.blogspot.com/" target="_blank">O Robô de Euclides</a>.</div>
<div></div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-1002" title="orobodeeuclides" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/05/headerrobo1.jpg" alt="orobodeeuclides" width="741" height="201" /></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Reviews entrevista Daniel Pereira, que acaba da lançar a HQ &#8220;Muertos&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 22:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[webcomics]]></category>
		<category><![CDATA[webcomics nacionais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Reviews Quadrinhos conversou por email com Daniel Pereira dos Santos, que acaba de lançar sua HQ, Muertos, originalmente uma webcomic, de forma impressa na livraria HQ Mix, no centro de São Paulo. Além de publicar seus trabalhos no seu site, http://ds.art.br/, Daniel também participa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><span style="font-size:130%;">O Reviews Quadrinhos conversou por email com Daniel Pereira dos Santos, que acaba de lançar sua HQ, <a href="http://ds.art.br/">Muertos</a>, originalmente uma webcomic, de forma impressa na livraria HQ Mix, no centro de São Paulo.</span></p>
<p>Além de publicar seus trabalhos no seu site, <a href="http://ds.art.br/">http://ds.art.br/</a>, Daniel também participa do <a href="http://4mundo.com/">Quarto Mundo</a>, um site onde vários quadrinistas se uném para publicar seus trabalhos.</p>
<p>REVIEWS: Como você começou o projeto de &#8220;Muertos&#8221;? Como foi a trajetória<br />até chegar ao lançamento da HQ impressa no dia 25?</p>
<p>DANIEL: Muertos é um conto de Zanthos Aybrom que tenho em poder desde 97. Passei<br />seis anos afastado dos quadrinhos e após ter feito 10 Centavos no ano<br />passado, decidi retormar este trabalho. Como forma de aumentar o alcance<br />do trabalho, optei por publicá-lo página a página, semanalmente, em meu<br />site &#8211; antes de imprimí-lo. Por sorte, a impressão foi na época da<br />comemoração do Quarto Mundo &#8211; coletivo de quadrinhistas que participo, e<br />da Livraria HQ Mix, que possibilitou o lançamento em São Paulo.</p>
<p>R: Como você avalia o mercado de HQ´s nacional, tanto em relação<br />aos roteiristas e desenhistas quanto as editoras?</p>
<p>D: Na existe mercado para produtores (escritores e desenhistas). Ninguém vive<br />de HQ no Brasil. E não é de hoje. Segundo sei, isso há mais de vinte anos.<br />Ok &#8211; existe uma exceção, mas ela já existe há mais de vinte anos. As<br />editoras são publicadoras de material estrangeiro &#8211; e não há nada de<br />errado nisso. Como qualquer empresa, se elas achassem que existe<br />viabilidade de retorno financeiro &#8216;fácil&#8217;, elas publicariam material<br />nacional. Acredito que não o fazem pois simplesmente não existem leitores<br />suficientes para que este tipo de investimento dê frutos num prazo que<br />elas possam suportar ou mesmo tenham interesse &#8211; ou simplesmente não<br />dispoem do investimento necessário para fazer este tipo de coisa<br />funcionar. De qualquer forma os riscos são altos e poucos têm a visão de<br />criar um mercado próprio. Acho que todos pensamos no agora, e não no<br />amanhã ou a preocupação de ter algo nosso &#8211; nossas histórias, com nossas<br />identidades.</p>
<p>R: Quais serão seus próximos passos nas HQ´s?</p>
<p>D: Estou fazendo Nada a Perder, em conjunto com A. Moraes -<br />http://ds.art.br/hqs/nada-a-perder-1/</p>
</div>]]></content:encoded>
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