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	<title>Reviews HQ &#187; reviews</title>
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	<description>Reviews e notícias sobre Histórias em Quadrinhos, Cinema e Eventos</description>
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		<title>Esquadrão Classe A</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 17:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[esquadrão classe A]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada fui assistir ao filme Esquadrão Classe A sem grandes expectativas. Não assisti a antiga série que deu origem ao filme e por isso não tinha nenhuma nostalgia em relação ao personagens ou coisa do tipo. A única coisa que eu sabia era que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/07/A-Team-Cast1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2433" title="A-Team-Cast" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/07/A-Team-Cast1-691x1024.jpg" alt="A-Team" width="345" height="512" /></a><br />
Semana passada fui assistir ao filme <strong>Esquadrão Classe A</strong> sem grandes expectativas. Não assisti a antiga série que deu origem ao filme e por isso não tinha nenhuma nostalgia em relação ao personagens ou coisa do tipo.</p>
<p>A única coisa que eu sabia era que se tratava de um filme de ação que tinha recebido boas críticas de alguns blogs. E devo dizer que concordo, no geral, com elas: É um bom filme de ação e, principalmente, <strong>um filme divertido de ação!</strong></p>
<p>Durante todo o filme o pessoal que estava no cinema riu bastante. Se não fossem pelas situações cômicas talvez esse filme não fosse tão bom, porque as cenas de ação são um pouco confusas e frenéticas demais.</p>
<p>A história e bem clichê, um grupo de operações especiais do exército que é traído/sabotado/sacaneado em uma missão secreta e quer limpar seu nome. No entanto, também por causa do ritmo frenético do filme, é difícil lembrar o nome dos personagens que não sejam o quarteto principal. Chega em determinado momento que fica difícil lembrar de quem Hannibal Smith e cia estão falando na tela. O filme é muito focado no quarteto de &#8220;modafockers&#8221;: <strong>Hannibal Smith</strong> (Liam Neeson, dispensa apresentações), <strong>B.A.</strong> (Quinton Jackson, nunca ouvi falar), <strong>Murdock</strong> ( interpretado pelo sul-africano Sharlto Copley, que foi o protagonista do excelente Distrito 9) e <strong>Cara-de-pau </strong>( Se beber não case e Nip/Tuck).</p>
<p>Todos os atores estão ótimo em seus papéis, <strong>mas quem acaba roubando a cena é Copley</strong>, com seu personagem &#8220;porra-louca&#8221; que se destaca em algumas das melhores cenas do filme, como a <strong>perseguição de helicópteros</strong> logo no começou do filme e a <strong>cena do tanque</strong> que, sem dúvida, é a mais hilária do filme e já entrou pro hall de cenas de ação inesquecíveis e obrigatórias para os fãs de gênero.</p>
<p><strong>Esquadrão Classe-A</strong> é um bom filme, embora pudesse ser melhor. A história poderia ter se desenvolvido com um pouco mais de calma, já que o filme nem chega a duas horas de duração e por ter excelentes atores no elenco.</p>
<p>Nota 7</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Lanterna Verde 21</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[batman]]></category>
		<category><![CDATA[lanterna verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Agente Laranja (partes 1 e 2) Roteiro: Geoff Jhons Arte: Phlip Tan (desenhos), Jonathan Glapion (Arte-final), Randy Mayor e Gabe Eltaer (cores) Essa é a primeira edição da Dimensão DC: Lanterna Verde após a &#8220;Revolução editorial&#8221; da Panini e agora a revista passa a se...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/06/lanterna-verde-21.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2318" title="lanterna-verde-21" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/06/lanterna-verde-21-195x300.jpg" alt="lanterna-verde-21" width="195" height="300" /></a></p>
<p><strong>Agente Laranja</strong> (partes 1 e 2)</p>
<p>Roteiro: Geoff Jhons</p>
<p>Arte: Phlip Tan (desenhos), Jonathan Glapion (Arte-final), Randy Mayor e Gabe Eltaer (cores)</p>
<p>Essa é a primeira edição da Dimensão DC: Lanterna Verde após a &#8220;<a href="http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/2010/04/14/consideracoes_sobre_o_informe_publicitar/#more41608" target="_blank">Revolução editorial</a>&#8221; da Panini e agora a revista passa a se chamar apenas &#8220;Lanterna Verde&#8221;. Isso significa que agora teremos apenas histórias de Hal Jordan e da tropa, certo? <strong>ERRADO!</strong></p>
<p>Nessa edição temos duas histórias e meia de Hal Jordan na saga &#8220;A noite mais densa&#8221;. Duas e meia porque a &#8220;meia&#8221; é um conto da Tropa dos lanternas laranjas e é bem curtinha. A outra parte da revista fica com o tapa-buraco &#8220;The Brave and The Bold&#8221; que traz uma historia curta do Batman escrita por J.Michael Straczynski e desenhada por Jesús Saiz.</p>
<p>É um história legalzinha que começa e acaba na mesma edição. Parece que foi feita sob encomenda para tapar buracos de mixes da Panini. Merece uma nota 6.</p>
<p>As histórias do Lanterna Verde dessa edição estão muito boas, com bastante ação e com novas peças aparecendo no tabuleiro de xadrez que está virando a guerra entre as tropas de lanternas. Só para relembrar, além das já conhecidas tropas dos Lanternas Verdes (Força de vontade) e Amarelos (Medo) surgiram recentemente as tropas Azul (esperança), vermelha (Ódio) e Laranja (<span style="text-decoration: line-through;">Joselito</span> Avareza), além da Tropa das Zamaronas (Amor).</p>
<p>A revista tem menos páginas (de 100 para 76) e teve seu preço reduzido de R$ 7,95 para R$ 6,50. Apesar da &#8220;revlução&#8221; da Panini ser (merecidamente) <a href="http://www.ambrosia.com.br/2010/04/09/revolucao-editorial-da-panini-a-matematica/" target="_blank">muito criticada</a>, até que vale a pena a compra da &#8220;nova&#8221; revista do Lanterna. O preço é relativamente barato, as histórias envolvendo &#8220;A noite mais densa&#8221; estão muito boas e os tapa-buracos desse mix, com histórias que não tem ligação com &#8220;A noite&#8230;&#8221;  geralmente são bons, como as histórias de &#8220;The Brave and The Bold&#8221; e&#8221;Homem-Animal e o irregular Gladiador Dourado.</p>
<p>Conclusão: Apesar dos pesares, a compra vale a pena. Ao menos até acabar a mega-saga dos Lanternas,  que ainda vai demorar para acontecer.</p>
<p>*</p>
<p>Apenas para constar, a Panini foi muito criticada por leitores na internet, mas na sessão de cartas da revista parece que todo mundo achou excelente as mudanças feitas pela editora. Por que será, hein?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Noite de Caça</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 15:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[histórias em quadrinhos nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[noite de caça]]></category>

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		<description><![CDATA[Noite de Caça Roteiro: Alexandre Dias Arte: Anderson Almeida 104 páginas Capa Cartonada Ano de lançamento: 2004 Editora Brainstore Já fazem dois anos que quero resenhar essa graphic novel brasileira mas sempre acabo adiando o review dessa grata surpresa que encontre em um sebo. Noite...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/05/noite-de-caça.jpg"></a><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/05/noite-de-caça1.jpg"><br />
</a><strong><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/05/noite-de-caça2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2022" title="noite-de-caça" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/05/noite-de-caça2.jpg" alt="noite-de-caça" width="300" height="400" /></a>Noite de Caça</strong></p>
<p><em>Roteiro: Alexandre Dias</em></p>
<p><em>Arte: Anderson Almeida</em></p>
<p><em>104 páginas</em></p>
<p><em>Capa Cartonada</em></p>
<p><em>Ano de lançamento: 2004</em></p>
<p><em>Editora Brainstore</em></p>
<p>Já fazem dois anos que quero resenhar essa graphic novel brasileira mas sempre acabo adiando o review dessa grata surpresa que encontre em um sebo.</p>
<p>Noite de Caça é uma graphic novel brasileira que aborda o cotidiano, a violência, os vícios, enfim, o estilo de vida de um grande cidade cheia de problemas sociais.</p>
<p>A trama se passa em São Paulo e gira em torno de um serial-killer de mulheres, que as assassina de forma brutal e depois deixa seus corpos em lugares públicos para assim passar sua &#8220;mensagem&#8221;.</p>
<p>O enrendo acompanha os esforços do delegado Arthur em prender o assassino, enquanto ele e toda a polícia é pressionada por Souza Freitas, um político corrupto  que busca se reeleger e que tem sua popularidade abalada pelos crimes. Freitas quer a prisão do serial-killer não para proteger a população mas sim para usar como chamariz em sua campanha.</p>
<p>Ao mesmo tempo acompanhamos o cotidiano de Helena, filha de Freitas, uma<strong> jovem rica e sexy</strong>, que está sempre em busca de prazer enquanto sua mãe desperdiça sua vida ao lado do marido que não liga para ambas e se preocupa unicamente com sua carreira política.</p>
<p>O enredo de <strong>Alexandre Dias</strong> é muito bem amarrado e mantém o leitor instigado a ler o próximo capítulo e descobrir o que acontecerá com os personagens, especialmente com o delegado Arthur e Helena, que são justamente os personagens mais densos e que tem suas motivações e caráter mais bem explorados.</p>
<p>A arte de<strong> Anderson Almeida</strong> é excelente e consegue traduzir muito bem o roteiro, passando toda a tensão das cenas e toda a &#8220;sujeira&#8221; da vida em uma grande cidade que sofre com a corrupção das instituições, violência, egoísmo e apatia de seus habitantes.</p>
<p>Se há algum ponto negativo nessa graphic novel é ela se propor a ter São Paulo como cenário, mas se trocassem os nomes dos bairros e ruas por endereços de outras cidades não haveria diferença alguma. Não há nenhum elemento (não ao menos percebido por este fluminense que faz essa resenha) que caracterize São Paulo na trama, seja na arte ou no roteiro. Mas isso não atrapalha em nenhum momento, aliás chega até a ser um ponto positivo, tornando <strong>Noite de Caça</strong> uma obra mais universal.</p>
<p>Nota 9,0</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Invasão dos Mortos</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[editora gal]]></category>
		<category><![CDATA[invasão dos mortos]]></category>

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		<description><![CDATA[Invasão dos mortos Roteiro: Phil Hester Arte: John McCrea (capítulos 1 a 3) e Will Volley (capítulo 4) 112 páginas Tamanho 16,5 x 24 cm ** Lançada em fevereiro passado no Brasil Invasão dos Mortos chegou a ser comparada com clássicos como Monstro do Pântano,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/04/A-Invasão-dos-mortos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1953" title="A Invasão dos mortos" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/04/A-Invasão-dos-mortos-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" /></a></p>
<p><strong>Invasão dos mortos</strong></p>
<p><em>Roteiro: Phil Hester</em></p>
<p><em>Arte: John McCrea (capítulos 1 a 3) e Will Volley (capítulo 4)</em></p>
<p><em>112 páginas</em></p>
<p><em>Tamanho 16,5 x 24 cm</em></p>
<p>**</p>
<p>Lançada em fevereiro passado no Brasil<strong> Invasão dos Mortos</strong> chegou a ser comparada com clássicos como <strong>Monstro do Pântano</strong>, de Alan Moore,  e <strong>Planetary</strong> de Warren Ellis, por alguns críticos internacionais. Críticas essas que, naturalmente, ganharam destaque na capa e contracapa da HQ para chamar a atenção dos leitores.</p>
<p>Essas críticas tão positivas podem ser perigosas: Ao mesmo tempo que ajudam a chamar a atenção para a revista ao equiparar Invasão dos Mortos com outros trabalhos de nomes consagrados no mercado de histórias em quadrinhos serve também para criar uma expecativa muito alta com a história, o que pode acabar frustrando o leitor.</p>
<p>A trama criada por Phil Hester conta a história de <strong>Antoine Sharpe</strong>, um detetive do governo americano que investiga casos considerados insolúveis, onde supostamente há atividades sobrenaturais envolvidas. Sharpe é especialista e viciado (pense no vício de House em Vicodin) em casos desse tipo e adora desmascará-los, provando que não passam de  farsas e golpes bem encenados.</p>
<p>Dessa vez ele é chamado para investigar um caso onde vários jovens passam a agir de forma estranha, assumindo identidades de pessoas que já faleceram, passando a se comportar de forma agressiva, desregrada e promíscua.</p>
<p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/04/invasaodosmortos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2046" title="invasaodosmortos" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/04/invasaodosmortos.jpg" alt="Invasão dos Mortos" width="275" height="400" /></a>A história é bem elaborada e enquanto se desenvolve fica cada vez mais complexa. O pesonagem principal revê  suas próprias crenças conforme vai investigando o caso e vai deixando o leitor mais interessado para saber o desfecho da trama, que é justamente o grande ponto fraco de Invasão dos Mortos.</p>
<p>O autor cria uma história tão cheia de mistérios para no final resolver tudo de forma simples, chegando a ser até meio banal. Parece que na hora de dar um fim a trama o autor não sabia como dar um desfecho mais interessante e apelou pro óbvio. Uma pena.</p>
<p>Sobre a edição da <a href="http://www.galeditora.com.br/" target="_blank"><strong>Editora Gal</strong></a>, a revista é de boa qualidade, com alguns extras ( como o processo de criação da história, o começo da publicação, rascunhos do personagem, entre outras coisas) mas poderiam ter sido um pouco mais camaradas em relação ao preço. Cobrar R$ 29,90 por 112 páginas em preto e branco e capa em papel cartão é um pouco salgado, principalmente por se tratar de um personagem e de um autor pouco conhecido.</p>
<p>Nota 7</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>O triste fim de Policarpo Quaresma</title>
		<link>http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2010/03/o-triste-fim-de-policarpo-quaresma/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 16:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[histórias em quadrinhos nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[o triste fim de policarpo quaresma]]></category>

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		<description><![CDATA[Na quarta-feira comprei a adaptação em quadrinhos, do romance de Lima Barreto, que veio junto com o jornal &#8220;Extra&#8221; do Rio de Janeiro. &#8220;O triste fim de Policarpo Quaresma&#8221; faz parte da coleção &#8220;Literatura brasileira em quadrinhos&#8221; que tem como objetivo adaptar clássicos da nossa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/LiteraturaBrasileira2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1899" title="LiteraturaBrasileira" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/LiteraturaBrasileira2-212x300.jpg" alt="o triste fim de policarpo quaresma quadrinhos" width="212" height="300" /></a>Na quarta-feira comprei a adaptação em quadrinhos, do romance de Lima Barreto, que veio junto com o jornal &#8220;<strong>Extra</strong>&#8221; do Rio de Janeiro. &#8220;<strong>O triste fim de Policarpo Quaresma</strong>&#8221; faz parte da coleção &#8220;<a href="http://extra.globo.com/promocoes/literaturabrasileira/" target="_blank"><strong>Literatura brasileira em quadrinhos</strong></a>&#8221; que tem como objetivo adaptar clássicos da nossa literatura para a linguagem dos <strong>quadrinhos</strong> e usar essas adaptações como material didático nas escolas. Na minha opinião, de &#8220;não-especialista&#8221; em educação, apesar de ser uma iniciativa louvável, vai ser um tiro no pé.<br />
<span id="more-1897"></span></p>
<p>E por que? A julgar por esse <strong>primeiro volume</strong> da série (ainda serão lançados mais nove volumes) as adaptações estão muito ruins. Na verdade minha crítica pode estar sendo um pouco injusta, já que nunca li o livro que deu origem a HQ ou por não ter entendido bem qual a proposta da adaptação, mas achei que a história se desenvolve rápido demais. Surgem vários personagens e pouco conhecemos sobre suas motivações ou relações com outros personagens. Simplesmente temos uma dezena de personagens mal apresentados, que se confudem uns com os outros (culpa também da arte da revista) e que não lembramos exatamente quem são ou qual sua relação com o protagonista.</p>
<p>A arte também não ajuda nem um pouco. Os traços dos desenhos são muito simples e por vezes bem toscos. A colorização seguiu uma palheta de cores muito restrita, usando personagens monocromáticos muitas vezes. Parece que esse efeito é pra realçar o  caráter &#8220;antigo&#8221; do período histórico.</p>
<p>Sinceramente acho que essa série, ou pelo menos essa adaptação de &#8220;o triste fim de Policarpo Quaresma&#8221;, <strong>não vai ajudar nenhum pouco em despertar o interesse das crianças pela leitura</strong>. Que criança ou pré-adolescente hoje, com acesso a computador com internet, videogames e televisão, vai querer ler uma história mal desenhada, com roteiro confuso e com temas como positivismo, república, reforma agrária e nacionalismo-ufanista?</p>
<p>Deem logo <strong>Harry Potter</strong> e <strong>Crepúsculo</strong> para as crianças e pré-adolescentes lerem, o resultado vai ser bem melhor, no sentido de despertar o hábito da leitura, e deixem o Policarpo Quaresma para quando elas já estiverem mais crescidas e com o <strong>hábito da leitura mais consolidado</strong>.</p>
<p>Nota 4,0</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os últimos dias do Homem-Animal (#1,#2 e #3)</title>
		<link>http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2010/03/os-ultimos-dias-do-homem-animal-1-2-3/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 18:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[DC]]></category>
		<category><![CDATA[dimensão dc]]></category>
		<category><![CDATA[gladiador dourado]]></category>
		<category><![CDATA[homem-animal]]></category>
		<category><![CDATA[lanterna verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Os últimos dias do Homem-Animal (partes 1, 2 e 3) Roteiro: Gerry Conway Arte: Chris Batista No número 17 da revista Dimensão DC começaram a ser publicados os capítulos da mini-série (creio eu) &#8220;Os últimos dias do Homem-Animal&#8220;, juntamente com as histórias já habituais do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/last-days-of-animal-man-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1801" title="last-days-of-animal-man-1" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/last-days-of-animal-man-1.jpg" alt="" width="200" height="309" /></a><strong>Os últimos dias do Homem-Animal</strong> (partes 1, 2 e 3)</p>
<p><em>Roteiro: <a title="Gerry Conway" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gerry_Conway" target="_blank">Gerry Conway</a></em></p>
<p><em>Arte: <a title="Chris Batista" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chris_Batista" target="_blank">Chris Batista</a></em></p>
<p>No número 17 da revista <strong>Dimensão DC</strong> começaram a ser publicados os capítulos da mini-série (creio eu) &#8220;<strong>Os últimos dias do Homem-Animal</strong>&#8220;, juntamente com as histórias já habituais do mix, <strong>Lanterna Verde</strong>, <strong>Tropa dos Lanternas Verdes</strong> e <strong>Gladiador Dourado</strong>.</p>
<p>Falando em <a title="Gladiador Dourado" href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/tag/gladiador-dourado/" target="_blank">Gladiador Dourado</a>, uma pequena pausa para falar sobre ela. Apesar da série ter caído vertiginosamente (uh, falei bonito!) de qualidade depois da saída de <strong>Geoff Jhons</strong> dos roteiros, foi uma falta de respeito da Panini com os leitores em interromper o atual arco pela metade e só voltar a publicá-lo daqui há meses. Custava acabar esse arco antes de publicar Homem-Animal? Apesar da falta de respeito, acredito que os leitores saíram ganhando, porque a história do Homem-Animal que está sendo publicada está muito melhor do que a fase atual do Gladiador.</p>
<p>Os últimos dias do Homem-Animal ocupa o espaço geralmente dedicado as &#8220;encheções de linguiça&#8221; nas revistas mixes da Panini. Uma ou duas histórias principais boas ou com apelo comercial mais forte, como é o caso de LV e Tropa dos LV em Dimensão DC, e outras de menor apelo ou qualidade. Mas &#8220;Os últimos dias&#8230;&#8221; não está apenas fazendo volume, não mesmo!</p>
<p>Pois bem, eu<span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">nunca tinha lido nada sobre o</span> <span style="color: #000000;">Homem-Animal</span>*</span>, apenas uma participação especial dele em algum tie-in muito ruim de &#8220;<strong>Crise Infinita</strong>&#8220;, que nem dei muita atenção, embora agora eu planeje rever isso. A história de &#8220;Os últimos dias&#8230;&#8221; é muito boa, fazendo você esquecer completamente da atual fase de grandes sagas da DC, como <strong>&#8220;A noite mais densa&#8221;</strong> ou &#8220;<strong>Crise Final</strong>&#8220;.</p>
<p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/Animal_Man_Deus_Ex_Machina.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1804" title="Animal_Man_Deus_Ex_Machina" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/Animal_Man_Deus_Ex_Machina-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A história é fácil de entender mesmo para quem não conhece praticamente nada do personagem, como eu. Avançando alguns anos no futuro <strong>Buddy Baker</strong>, o Homem-Animal, já não é mais um jovem super-herói, ele está envelhecendo e começa a perder seus poderes, e ele não consegue aceitar o fato de deixar de tê-los, de perder aquilo que o faz especial, após anos de lutas contra vilões superpoderosos como levar uma vida normal, sem poderes, sem aventuras, sem ser especial?</p>
<p>Enquanto o Buddy Baker faz todo o possível para recuperar seus poderes, ele vai aos poucos percebendo <strong>tudo o que ele foi deixando de lado durante sua vida de super-herói</strong>: Seu relação com a esposa, a vida dos seus filhos, enfim, tudo aquilo o que ele classificava como &#8220;prioritário&#8221;, mas que sempre ficava em segundo plano enquanto o Homem-Animal vivia suas aventuras.</p>
<p>Para complicar um pouco mais as coisas, dois novos vilões aparecem e ele acaba se envolvendo com uma outra pessoa. Incrível como mesmo os vilões sendo bem clichês (querem dinheiro, poder, etc) conseguem ser interessantes, principalmente a vilã Prismatik. Isso sem falar também no <strong>novo Lanterna Verde</strong> da Terra (não se esqueça que a história se passa no futuro) e na nova/velha formação da &#8220;<strong>Liga da Justiça</strong>&#8220;.</p>
<p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/animal-man_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1805" title="animal-man_01" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/03/animal-man_01.jpg" alt="" width="196" height="300" /></a></p>
<p>Gostei muito do trabalho da dupla <strong>Gerry Conway</strong> e <strong>Chris Batista</strong>, gostei principalmente do trabalho de Conway, que eu não conhecia. Vou passar a prestar mais atenção nos trabalhos dele e com certeza procurarei mais coisas do Homem-Animal por causa do ótimo trabalho dele com essa mini-série.</p>
<p>Nota 9,5</p>
<p><span style="color: #ff0000;">*</span>Talvez, assim como eu, vocês se lembrem do personagem em um episódio da Liga da Justiça Ilimitada, em que a Mulher-Maravilha é transformada em uma porca, a <em>porca-maravilha</em> (hauehuaheuahe) e o Batman chama o Homem-Animal para ajudar a encontrá-la, mas pelo que eu li o personagem é bem diferente, tanto no visual como na personalidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Se beber, não case</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 17:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[se beber não case]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana finalmente consegui assistir a comédia &#8220;Se beber, não case&#8220;. O filme foi muito elogiado por amigos, conhecidos, imprensa nerd e até ganhou um Globo de Ouro como melhor filme de comédia. E isso tudo jogou minhas expectativas com o filme lá em cima:...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/sebebernaocase.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1779" title="Se beber, não case" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/sebebernaocase-696x1023.jpg" alt="se beber, não case" width="346" height="473" /></a></p>
<p>Essa semana finalmente consegui assistir a comédia &#8220;<strong>Se beber, não case</strong>&#8220;. O filme foi muito elogiado por amigos, conhecidos, <a href="http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/" target="_blank">imprensa nerd</a> e até ganhou um <a title="Lista de vencedores do globo de outo 2010" href="http://blig.ig.com.br/cinemaetudoissoblog/2010/01/18/vencedores-do-globo-de-ouro-2010-lista-completa/" target="_blank">Globo de Ouro</a> como melhor filme de comédia.</p>
<p>E isso tudo jogou minhas expectativas com o filme lá em cima: Esperava um filme de comédia como a muito tempo não via, que me fizesse rir sem parar e que me fizesse ficar repetindo as piadas por semanas a fio. Então, o filme <strong>fez ou não fez por merecer toda essa expectativa?</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Cuidado, possíveis spoilers!</span><br />
</strong></p>
<p><span id="more-1778"></span></p>
<p>Não, não fez. O filme está longe de ser ruim, tem uma história bem interessante, onde um grupo de amigos simplesmente esquece as coisas que fizeram numa noite de farra em Las Vegas e ainda descobrem que um deles, que está com casamento marcado para o dia seguinte, simplesmente desapareceu!</p>
<p>Daí em diante os três amigos restantes passam refazer seus passos na noite passada para encontrarem o amigo perdido, além de se lembrarem do que fizeram na noite passada. As situações são bem criativas e inusitadas (com exceção do casamento em Vegas, com os noivos bêbados ou drogados. Isso já virou clichê, quem não lembra no casamento entre Ross e Rachel em Friends?).</p>
<p>O problema é que são poucas as partes em que você ri muito, como por exemplo na hora em que encontram um tigre no banheiro ou ainda quando descobrem que o tigre pertence a <strong>MIKE TYSON</strong> e quando o mesmo vai buscar o seu bichinho de estimação de volta. Curti muito a partitipação dele. Destaque também para os coadjuvantes &#8220;<strong>Mr. Chow</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Black Doug</strong>&#8220;, responsáveis por uma das melhores partes do filme, quando pagam o resgate do &#8220;Doug&#8221; errado!</p>
<p>No restante do filme você da uma risada aqui e acolá, acompanha a história com interesse e tal, mas não achei &#8220;<strong>Se beber, não case</strong>&#8221; fez justiça a tantos elogios que recebeu. É um bom filme sim, sem dúvida, mas longe de ser ótimo.</p>
<p>Nota 8.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qC-5uQTnK1c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/qC-5uQTnK1c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Wii Zapper</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:50:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[outros]]></category>
		<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[videogame]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você acompanha meu blog regularmente talvez tenha lido no meu post sobre os melhores casemods para Nintendo Wii que eu ganhei esse videogame no natal. Bem, resolvi investir um pouco mais nele (um pouco mais porque já investi muita grana em desbloqueio, wiimote, nunchuks,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Se você acompanha meu blog regularmente talvez tenha lido no meu post sobre os <a title="Casemods nintendo wii" href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2009/12/top-10-casemods-mais-melhores-de-bom-do-nintendo-wii/" target="_blank">melhores casemods para Nintendo Wii</a> que eu ganhei esse videogame no natal. Bem, resolvi investir um pouco mais nele (um pouco mais porque já investi muita grana em desbloqueio, wiimote, nunchuks, etc) e comprei um <strong>Wii Zapper</strong>. Não sabe o que é? Então se liga no papo.</p>
<p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/wii-zapper.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1773" title="wii-zapper" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/wii-zapper.jpeg" alt="wii zapper" width="500" height="359" /></a></p>
<p>O Wii Zapper é um suporte onde você encaixa outros dois acessórios do Wii, o Wiimote (o joystick padrão do videogame) e o Nunchuck, que é uma espécie de extensão do Wiimote. E como você pode ver (ou não!) na foto a cima, eles formam uma espécie de joystick-arma para jogos de tiro (óbvio, né?). Testei o Zapper em dois jogos de tiro com estilos bem diferentes : <strong>Call of Duty: Modern Warfare</strong> e <strong>House of the dead: Overkill</strong>.</p>
<p>Enquanto no Call of Duty você pode se movimentar livremente pelo cenário em House of the dead você joga &#8220;on rails&#8221;, ou seja, você não se movimenta livremente, é guiado pelo cenário com um caminho pré-determinado.</p>
<p>Quando comecei a jogar o CoD como Zapper estranhei muito, até que descobri que existe uma configuração de botões específica para se jogar com o Zapper, o que melhorou um pouco as coisas, mas não muito. Movimentos como agachar, trocar de arma ou jogar uma granada, que antes eram feitos com um único botão, precisam de uma combinação do tipo &#8220;mover Wii Zapper para um lado + um botão&#8221;, o que faz com que se perca agilidade, o que é indispensável nesse jogo, principalmente para os modos multiplayer online. Outro ponto fraco, mas dessa vez por parte do jogo, é não permitir uma personalização dos comandos , permitindo que você, por exemplo, troque o botão de tiro ou de lançar granadas, o que já faria uma enorme diferença.</p>
<p>No House of the dead (chamado carinhosamente também de &#8220;A casa do papai&#8221;), que tem uma jogabilidade mais &#8220;presa&#8221;, digamos assim, onde você basicamente tem que se preocupar somente em atirar, o Zapper se sai melhor. A jogabilidade não muda muito mas é mais divertido de jogar usando o Zapper, talvez de até pra dizer, forçando um pouco a barra, que fica mais fácil de mirar usando ele.</p>
<p>Tem mais alguns jogos nos quais é possível usar o Wii Zapper, como o <strong>CoD: Modern Warfare II</strong>, <strong>Residente Evil Umbrella Chronicles</strong> e <strong>Link Crossbow Training</strong>, mas não <span style="text-decoration: line-through;">baixei</span> testei nenhum desses ainda.</p>
<p>Eu usei muito pouco o Wii Zapper até agora pra dar uma opinião definitiva sobre ele, mas a menos que você goste muito de jogos de tiro &#8220;on rails&#8221; ou que esteja muito disposto a se acostumar com sua jogabilidade, o Wii Zapper não vale muito a pena. Ao menos foi barato (comprei no mercado livre, muito mais barato que comprar nessas lojas de shoppings que metem a mão nos preços).</p>
<p>Nota 6.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Fábulas &#8211; A marcha dos soldados de madeira</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 16:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[fábulas]]></category>
		<category><![CDATA[panini]]></category>
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		<description><![CDATA[Fábulas: A marcha dos soldados de madeira e Fábulas: O último castelo Roteiro: Bill Willingham Arte: Mark Buckingham, Steve Lelaloha e Daniel Vozzo Capa cartonada Tamanho 17 x 26 cm (formato americano) Papel LWC ** Acabei recentemente de ler o encadernado de Fábulas (re)lançado pela...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/FÁBULAS-A-MARCHA-DOS-SOLDADOS-DE-MADEIRA.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1749" title="FÁBULAS A MARCHA DOS SOLDADOS DE MADEIRA" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/FÁBULAS-A-MARCHA-DOS-SOLDADOS-DE-MADEIRA-195x300.jpg" alt="fábulas a marcha dos soldados de madeira panini capa" width="195" height="300" /></a></p>
<p><strong>Fábulas: A marcha dos soldados de madeira</strong> e <strong>Fábulas: O último castelo</strong></p>
<p><em>Roteiro: Bill Willingham</em></p>
<p><em>Arte: Mark Buckingham, Steve Lelaloha e Daniel Vozzo</em></p>
<p><em>Capa cartonada</em></p>
<p><em>Tamanho 17 x 26 cm (formato americano)</em></p>
<p><em>Papel LWC</em></p>
<p>**</p>
<p>Acabei recentemente de ler o encadernado de <strong>Fábulas</strong> (re)lançado pela <strong>Panini</strong>, &#8220;<strong>A Marcha dos soldados de madeira</strong>&#8220;, que além de conter a história homônima  completa também trás o capítulo &#8220;<strong>O Último Castelo</strong>&#8220;, ambos excelentes.</p>
<p>O Último Castelo foi publicado na terceira edição da finada &#8220;<a title="Pixel Magazine" href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2007/09/pixel-magazine-3/" target="_blank">Pixel Magazine</a>&#8220;, em 2007, e os quatro primeiros arcos de &#8220;A Marcha&#8230;&#8221; foram publicados na também finada &#8220;Pixel Fábulas&#8221;, e ficou sem conclusão, até agora.</p>
<p>A Panini além de continuar a história de onde a Pixel parou, trouxe a esperança para os leitores não só de <a title="Fábulas" href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/tag/fabulas/" target="_blank">Fábulas</a>, mas de toda a linha <strong>Vertigo</strong>, de poder ler essas histórias completas e em português, sem precisar recorrer a scans. A qualidade gráfica da revista é muito boa, e me refiro tanto ao material usado para a impressão (papel Pisa Brite, capa cartonada) quanto a qualidade dos artistas que trabalharam na revista (e são muitos, fico devendo o nome deles!). Essa qualidade gráfica somada a grande quantidade de páginas ( mais de cem) e, sem esquecer do principal, as ótimas histórias fazem valer a pena o preço que se paga na revista (R$32,90).<br />
<span id="more-1745"></span><br />
Já que comecei a falar da arte da revista, quero me extender mais um pouco. Como disse antes há um verdadeiro time de desenhistas, ilustradores, arte-finalistas, etc, trabalhando na história. Cada página é uma pequena obra de arte, sem exagero. O cuidado com os desenhos, com os detalhes, é algo de quem quer fazer um trabalho <strong>não menos que excelente</strong>.</p>
<div id="attachment_1748" class="wp-caption aligncenter" style="width: 635px"><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/fábulas-a-marcha1.jpg"><img class="size-full wp-image-1748" title="fábulas-a-marcha" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/fábulas-a-marcha1.jpg" alt="" width="625" height="1006" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem por http://pulseluwig.blogspot.com</p></div>
<p>Em O Último Castelo vemos a última luta entre as Fábulas e o exército de<strong> O Adversário</strong> (o inimigo, até agora desconhecido, que usa seus exércitos para conquistar e escravizar as Fábulas, suas terras e pertences) nas terras natais, que são as terras onde as Fábulas viviam até terem que fugir para o nosso mundo. E em A Marcha dos soldados de madeira vemos a luta entre agentes do Adversário e as Fábulas, dessa vez em nosso mundo, na <strong>cidade das Fábulas, em Nova York</strong>.</p>
<p>Achei ambas as histórias excelentes. O roteiro de <strong>Bill Willingham</strong> é muito bem feito, prendendo sua atenção o início ao fim e fazendo você querer ler logo o próximo capítulo. É incrível como ele conseguiu re-utilzar personagens clássicos como <strong>Chapéuzinho Vermelho</strong>, <strong>Lobo Mal</strong>, <strong>Príncipe Encantado</strong>, <strong>Branca de Neve</strong>, <strong>A Bela e a Fera</strong>, entre (muitos) outros, respeitando suas origens e ao mesmo tempo os reinventando. Todos os personagens fazem parte de um mundo coeso e interligado, passando longe das bagunças típicas de crossovers nos quadrinhos, como já vistos  nos &#8220;DC vs Marvel&#8221; da vida.</p>
<div id="attachment_1756" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/Fábulas_-_O_último_castelo_panini3.jpg"><img class="size-medium wp-image-1756" title="Fábulas_-_O_último_castelo_panini" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2010/02/Fábulas_-_O_último_castelo_panini3-200x300.jpg" alt="fábulas o último castelo" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa de O Último Castelo</p></div>
<p>Minha sugestão é que <strong>não perca a chance de começar a ler Fábulas bem do começo</strong>, com ótimos resumos das histórias passadas (difíceis de se encontrar por enquanto a Panini não as republica, ou quanto encontradas são muito caras, como &#8220;<a href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2009/12/fabulas-volta-a-ser-publicada-no-brasil/" target="_blank">O Livro do Amor</a>&#8220;), tanto na própria revista quando no hotsite <a title="Panini Vertigo" href="http://web.hotsitepanini.com.br/vertigo/series/fabulas/?stag=preview" target="_blank">Panini Vertigo</a>.</p>
<p>Até agora a Panini vem tratando bem as histórias da Vertigo e não dá pinta de que vai desistir de publicar Fábulas (bate na madeira um milhão de vezes) assim como a Pixel fez.</p>
<p>Nota 10!</p>
<p>Leia também <a title="Fábulas lendas no exílio" href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2009/01/fabulas-lendas-no-exilio/" target="_blank">Fábulas &#8211; Lendas no Exílio</a> (Pixel)</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Dimensão DC: Lanterna Verde #14</title>
		<link>http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2009/11/dimensao-dc-lanterna-verde-14/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Galhano</dc:creator>
				<category><![CDATA[reviews]]></category>
		<category><![CDATA[DC]]></category>
		<category><![CDATA[dimensão dc]]></category>
		<category><![CDATA[gladiador dourado]]></category>
		<category><![CDATA[lanterna verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma boa edição da revista Dimensão DC, embora o nome mais adequado para ela fosse simplesmente &#8220;Lanterna Verde&#8221; ou &#8220;Tropa dos Lanternas Verdes&#8221;, mas uarévaa. Lanterna Verde (Green Lantern 34) Roteiro: Geoff Jhons &#8211; Arte: Ivan Reis (desenhos), Oclair Albert e Ivan Reis (arte-final)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Mais uma boa edição da revista Dimensão DC, embora o nome mais adequado para ela fosse simplesmente &#8220;Lanterna Verde&#8221; ou &#8220;Tropa dos Lanternas Verdes&#8221;, mas uarévaa.</p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-1584" title="green lantern 34 cover" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/11/green-lantern-34-cover-195x300.jpg" alt="green lantern 34 cover" width="195" height="300" />Lanterna Verde</strong> (Green Lantern 34)</p>
<p><strong>Roteiro: Geoff Jhons &#8211; Arte: Ivan Reis (desenhos), Oclair Albert e Ivan Reis (arte-final) e Randy Mayor (cores) </strong></p>
<p>Sexta parte do retcon que conta como Hal Jordan se tornou um Lanterna Verde. Ver Jordan sendo treinado, lutando e até sendo camarada do Sinestro, que mais tarde se tornaria seu maior inimigo (e isso não é spoiler) é bem interessante e divertido, e sempre lembrando que o roteirista, Geoff Jhons, além de estar atualizando as origens de Hal Jordan e da Tropa dos Lanternas como um todo, também está inserindo elementos que serão mais tarde vistos em Blackest Night, como o alienígena bombadão-chapa-quente <a title="Attrocitus" href="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/2009/05/lanternas-vs-ursinhos-carinhosos/" target="_blank">Attrocitus</a>, que está na terra atrás de um &#8220;portal&#8221;.</p>
<p>Jhons está fazendo um ótimo trabalho nesse retcon, mas sinceramente não vejo a hora das histórias do Lanterna voltarem para o tempo normal da cronologia. A próxima edição, com Jordan e Sinestro tomando um passa-fora dos Guardiões parece que vai ser boa, mas siceramente espero que seja a última parte do arco Origem Secreta.</p>
<p>Nota 9.0</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-1585" title="green lantern corps 28 cover-large" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/11/green-lantern-corps-28-cover-large-200x300.jpg" alt="green lantern corps 28 cover-large" width="200" height="300" />Tropa dos Lanternas Verdes</strong> (Green Lantern Corps 28)</p>
<p><strong>Roteiro: Peter J. Tomasi &#8211; Arte: Luke Ross (desenhos), Fabio Laguna (arte-final) e Nei Ruffino (cores)</strong></p>
<p>Enquanto a revista do Lanterna Verde fica mostrando o passado de Jordan, a revista da Tropa mostra a reorganização dos Lanternas após a Guerra dos Anéis (ou Sinestro Corp Wars, como preferir), curiosamente sem em nenhum momento falar sobre o que Hal Jordan está fazendo no &#8220;presente&#8221; da cronologia. Essa história segue mais ou menos o roteiro de todas as edições escritas pelo Peter Tomasi: Deu um problema, os lanternas Guy Gardner e Kyle Rayner conversam, dessa vez com a presença de Salaak e Killowog, Gardner faz umas piadinhas e depois todos partem para chutar a bunda de alguns ET&#8217;s da Tropa Sinestro. Dessa vez eles contaram com a ajuda também de um novo (?) personagem, o lanterna Saarek, que tem <strong>o dom de falar com os mortos</strong>, o que indica que talvez ele tenha uma participação importante em <strong>blackest night</strong>.</p>
<p>Apesar do roteiro sem sempre mais ou menos a mesma coisa, as histórias da tropa são sempre divertidas e aventurescas, e essa não deixou a desejar, apesar de que houve uma forçada de barra legal nessa edição: Os lanternas tem que caçar um assassino que está matando os familiares dos novos recrutas da Tropa. E como ele sabe quem são os familiares dos recrutas? Tem um símbolo bem grande e verde da tropa na porta da casa dos novos recrutas! Pô champs, pegou pesado hein! É a mesma coisa que colocarem na porta da casa de um policial uma placa dizendo &#8220;Aqui mora um PM e toda a sua família feliz!&#8221;&#8230;</p>
<p>Mas se você ignorar esse deslize a história flui bem, porém na arte também há uns deslizes. Na página 47 o Gardner aparece sem um pedaço da perna, e na página seguinte aparece um vulto junto com os lanternas em OA. Esse vulto não fala nada, aparece em dois quadros e sai de cena, a única coisa que da pra perceber é que ele parece um macaco gigante. Quem entendeu que diabos foi isso me explica, por favor!</p>
<p>Nota 8.5</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1588" title="the brave &amp; the bold 21 cover-large" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/11/the-brave-the-bold-21-cover-large-200x300.jpg" alt="the brave &amp; the bold 21 cover-large" width="200" height="300" /></p>
<p><strong>O Bravo e o Audaz</strong> (The Brave &amp; The Bold 21)</p>
<p><strong>Roteiro: David Hine &#8211; Arte: Doug Braithwaite (desenhos), Bill Reinhold (arte-final) e Art Lyon (cores)</strong></p>
<p>Quando O Bravo e o Audaz estreiou em DC#12 eu pensei que se tratasse de um tapa buraco ao pior estilo <em>JLA Classified</em> ou Miss Marvel da vida. <strong>Mas que feliz engano!</strong> O Bravo e o Audaz com Hal Jordan e Vingador Fantasma é muito bom. Roteiro envolvente e criativo e arte excelente. No começo estranhei um pouco o traço  um pouco &#8220;sujo&#8221; de Doug Braith%&amp;%$ (o nome difícil), que inclusive deixou o Hal Jordan com uma cara meio de velho, mas quando você se acostuma consegue apreciar o traço do cara, que é matador.</p>
<p>O Vingador Fantasma e o Hal tem que ir para um planeta distante investigar qual a conexão que este tem com uma previsão feita por uma garotinha, que nasceu com deformidades devido a experiências genéticas, sobre a destruição de Terra. Chegando ao planeta alienígena, Hal e o Vingador conhecem o Lanterna Verde local e aí eles se unem para investigar alguns crimes corriqueiros e acabam esbarrando em algo muito maior. Nessa edição há ainda a adição (rá, gostaram da rima?) do Arqueiro Verde no finalzinho da história. Tô muito afim de ler a conclusão mês que vem.</p>
<p>Nota 9.5</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1589" title="booster-gold-11" src="http://gehspace.com/reviewsquadrinhos/wp-content/uploads/2009/11/boostergold11-196x300.jpg" alt="booster-gold-11" width="196" height="300" /> <strong>Gladiador Dourado</strong> (Booster Gold 11)</p>
<p><strong>Roteiro: Chuck Dixon &#8211; Arte: Dan Jurgens (desenhos), Norm Rapmund (arte-final) e HI-FI (cores)</strong></p>
<p>Vou parecer <span style="text-decoration: line-through;">uma puta paga</span> um fanboy safado por falar isso, mas que seja. Depois de dez excelentes edições nas mãos de <strong>Geoff Jhons</strong> a revista do Gladiador tem seu roteiro assinado por <strong>Chuck Dixon</strong> e a queda de qualidade é bem perceptível. Foi a primeira vez que ao acabar de ler fiquei com aquela sensação de &#8220;Acabou? É só isso&#8221;. A questão das viagens no tempo também ficou um pouco mais complica nas mãos de Dixon, e foi a primeira vez que tive que reler a história do Gladiador para conseguir entender o que diabos tinha acontecido.</p>
<p>Mas ao menos os desenhos ainda estão por conta de Dan Jurgens, Rapmund e HI-FI (quem?) o que deixa a troca de roteiristas um pouco mais suave, além de manter a identidade visual das edições anteriores. Ao menos o Chuck Dixon deixou um belo de um gancho para a próxima edição, que promete ser bem melhor.</p>
<p>Nota 7.0</p>
</div>]]></content:encoded>
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