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Posts Tagged ‘lanterna verde’

Dimensão DC: Lanterna Verde #14

November 27th, 2009 No comments

Mais uma boa edição da revista Dimensão DC, embora o nome mais adequado para ela fosse simplesmente “Lanterna Verde” ou “Tropa dos Lanternas Verdes”, mas uarévaa.

green lantern 34 coverLanterna Verde (Green Lantern 34)

Roteiro: Geoff Jhons – Arte: Ivan Reis (desenhos), Oclair Albert e Ivan Reis (arte-final) e Randy Mayor (cores)

Sexta parte do retcon que conta como Hal Jordan se tornou um Lanterna Verde. Ver Jordan sendo treinado, lutando e até sendo camarada do Sinestro, que mais tarde se tornaria seu maior inimigo (e isso não é spoiler) é bem interessante e divertido, e sempre lembrando que o roteirista, Geoff Jhons, além de estar atualizando as origens de Hal Jordan e da Tropa dos Lanternas como um todo, também está inserindo elementos que serão mais tarde vistos em Blackest Night, como o alienígena bombadão-chapa-quente Attrocitus, que está na terra atrás de um “portal”.

Jhons está fazendo um ótimo trabalho nesse retcon, mas sinceramente não vejo a hora das histórias do Lanterna voltarem para o tempo normal da cronologia. A próxima edição, com Jordan e Sinestro tomando um passa-fora dos Guardiões parece que vai ser boa, mas siceramente espero que seja a última parte do arco Origem Secreta.

Nota 9.0

green lantern corps 28 cover-largeTropa dos Lanternas Verdes (Green Lantern Corps 28)

Roteiro: Peter J. Tomasi – Arte: Luke Ross (desenhos), Fabio Laguna (arte-final) e Nei Ruffino (cores)

Enquanto a revista do Lanterna Verde fica mostrando o passado de Jordan, a revista da Tropa mostra a reorganização dos Lanternas após a Guerra dos Anéis (ou Sinestro Corp Wars, como preferir), curiosamente sem em nenhum momento falar sobre o que Hal Jordan está fazendo no “presente” da cronologia. Essa história segue mais ou menos o roteiro de todas as edições escritas pelo Peter Tomasi: Deu um problema, os lanternas Guy Gardner e Kyle Rayner conversam, dessa vez com a presença de Salaak e Killowog, Gardner faz umas piadinhas e depois todos partem para chutar a bunda de alguns ET’s da Tropa Sinestro. Dessa vez eles contaram com a ajuda também de um novo (?) personagem, o lanterna Saarek, que tem o dom de falar com os mortos, o que indica que talvez ele tenha uma participação importante em blackest night.

Apesar do roteiro sem sempre mais ou menos a mesma coisa, as histórias da tropa são sempre divertidas e aventurescas, e essa não deixou a desejar, apesar de que houve uma forçada de barra legal nessa edição: Os lanternas tem que caçar um assassino que está matando os familiares dos novos recrutas da Tropa. E como ele sabe quem são os familiares dos recrutas? Tem um símbolo bem grande e verde da tropa na porta da casa dos novos recrutas! Pô champs, pegou pesado hein! É a mesma coisa que colocarem na porta da casa de um policial uma placa dizendo “Aqui mora um PM e toda a sua família feliz!”…

Mas se você ignorar esse deslize a história flui bem, porém na arte também há uns deslizes. Na página 47 o Gardner aparece sem um pedaço da perna, e na página seguinte aparece um vulto junto com os lanternas em OA. Esse vulto não fala nada, aparece em dois quadros e sai de cena, a única coisa que da pra perceber é que ele parece um macaco gigante. Quem entendeu que diabos foi isso me explica, por favor!

Nota 8.5

the brave & the bold 21 cover-large

O Bravo e o Audaz (The Brave & The Bold 21)

Roteiro: David Hine – Arte: Doug Braithwaite (desenhos), Bill Reinhold (arte-final) e Art Lyon (cores)

Quando O Bravo e o Audaz estreiou em DC#12 eu pensei que se tratasse de um tapa buraco ao pior estilo JLA Classified ou Miss Marvel da vida. Mas que feliz engano! O Bravo e o Audaz com Hal Jordan e Vingador Fantasma é muito bom. Roteiro envolvente e criativo e arte excelente. No começo estranhei um pouco o traço  um pouco “sujo” de Doug Braith%&%$ (o nome difícil), que inclusive deixou o Hal Jordan com uma cara meio de velho, mas quando você se acostuma consegue apreciar o traço do cara, que é matador.

O Vingador Fantasma e o Hal tem que ir para um planeta distante investigar qual a conexão que este tem com uma previsão feita por uma garotinha, que nasceu com deformidades devido a experiências genéticas, sobre a destruição de Terra. Chegando ao planeta alienígena, Hal e o Vingador conhecem o Lanterna Verde local e aí eles se unem para investigar alguns crimes corriqueiros e acabam esbarrando em algo muito maior. Nessa edição há ainda a adição (rá, gostaram da rima?) do Arqueiro Verde no finalzinho da história. Tô muito afim de ler a conclusão mês que vem.

Nota 9.5

booster-gold-11 Gladiador Dourado (Booster Gold 11)

Roteiro: Chuck Dixon – Arte: Dan Jurgens (desenhos), Norm Rapmund (arte-final) e HI-FI (cores)

Vou parecer uma puta paga um fanboy safado por falar isso, mas que seja. Depois de dez excelentes edições nas mãos de Geoff Jhons a revista do Gladiador tem seu roteiro assinado por Chuck Dixon e a queda de qualidade é bem perceptível. Foi a primeira vez que ao acabar de ler fiquei com aquela sensação de “Acabou? É só isso”. A questão das viagens no tempo também ficou um pouco mais complica nas mãos de Dixon, e foi a primeira vez que tive que reler a história do Gladiador para conseguir entender o que diabos tinha acontecido.

Mas ao menos os desenhos ainda estão por conta de Dan Jurgens, Rapmund e HI-FI (quem?) o que deixa a troca de roteiristas um pouco mais suave, além de manter a identidade visual das edições anteriores. Ao menos o Chuck Dixon deixou um belo de um gancho para a próxima edição, que promete ser bem melhor.

Nota 7.0

Dimensão DC #12: Lanterna Verde

September 14th, 2009 1 comment

Dando uma olhada no Twitter encontrei um review para Dimensão DC #12 do site Comic Pod. Achei interessante, embora discorde de alguns pontos. Segue o review e depois o meu comentário.

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Lanterna Verde: Dando continuidade em ‘Origem Secreta’, Johns continua introduzindo elementos relacionados à nova mitologia do personagem, a cena do primeiro encontro entre Sinestro e Hal é apresentada novamente aqui, algo que o escritor já havia desenvolvendo desde “Lanterna Verde: Renascimento”. O diálogo muito bem trabalhado e amarrado, mostra a tensão entre os personagens que logo de cara não se gostam. A história da edição é a seguinte: Hector Hammond sofre um acidente que aparentemente lhe concede poderes mentais…
Johns
joga todo o suspense do que vai acontecer para a próxima edição, e não há como culpá-lo, ele aproveitou mesmo a mensal para desenvolver mais um pouco os personagens. Considero na média essa edição.

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Tropa dos Lanternas Verdes
:  Peter Tomasi já foi um dia um bom escritor, não sei o que diabos pode ter acontecido com ele, mas essa edição da Tropa é de longe um dos seus piores trabalhos. Em uma edição onde permaneceu a pancadaria, Tomasi comete vários erros, e não consegue nem mesmo redimi-los usando o humor rude de Mongul. No balanço final do arco, o que podemos concluir é o seguinte: valeu mesmo toda essa enrolação para a morte de um membro da Tropa e a adição de outro? Desnecessário, sem duvida alguma… e por favor, Clemência Negra como membro da Tropa foi uma das coisas mais ridiculas do ano, indicada para o trofeu vergonha alheia! Edição fraca, muito fraca, podemos concluir que Tomasi não é o escritor ideal para a Tropa atualmente.

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O Bravo e o Audaz:
Uma surpresa bem-vinda, diga-se de passagem, enquanto fica um espaço no mix do Lanterna, veremos quais tapa-buracos a querida editora Panini vai publicar de tempos em tempos. O competente David Hine é que conduz a história que aparentemente nos dá a impressão de que mergulharemos diretamente no universo de magia da DC, e nos engana levando para uma aventura espacial! Apesar de não gostar do desenhos, Hine inicia o arco com um roteiro bem amarrado, desenvolve os personagens e lança alguns mistérios, e nos deixa ansiosos para a próxima edição!

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Gladiador Dourado: E fechando o mix temos o herói do século 25 tentando arrumar a bagunça que ele próprio causou na linha temporal. E, desde o inicio, Rip Hunter já o avisava que não se pode alterar o passado, e isso se confirma aqui. Para que tudo volte ao normal de novo, Ted Kord, o Besouro Azul, deve permanecer morto. Johns escreve com sensatez e nos presenteia com uma trama muito bem elaboroda que envolve o leitor, e na próxima edição teremos o defecho do arco.

A mensal do Lanterna esse mês está otima, acredito que a Tropa não conseguiu estragar tanto assim… mentira estragou sim…”

Nota:5.5

***

Meus comentários:

Eu acompanho Dimensão DC e recentemente li a edição 12 e tenho que discordar de você. Nota 5,5 é muito baixa para essa edição. Gostei de todas as histórias, até mesmo a da Tropa, que normalmente não é tão boa, essa última parte do arco atual eu gostei bastante. Também achei estranho a Clemência Negra virar um membro da Tropa (isso foi uma baita spoiler pra quem não leu ainda hein?), mas que coisa, estamos falando da TROPA DOS LANTERNAS VERDES! Vou falar uma coisa que pode ser clichê, mas não existe personagem ruim (ok, existem alguns), mas sim personagem mal escrito. Quer uma prova? Quem diria que uma revista SOLO do Gladiado Dourado poderia ser tão boa? Méritos ao roteirista Geoff Jhons.

Minha nota? 9,5 pra edição, como um todo.

Desenhista do Lanterna Verde no Shopping Villa Lobos

August 20th, 2009 2 comments

LanternaVerdePrimeiroVoo

Ivan Reis, desenhista da revista do Lanterna Verde, estará no próximo dia 22, no Shopping Villa Lobos,  em São Paulo, para o lançamento do DVD “Lanterna Verde – Primeiro Voo“, uma animação que mostra a origem do personagem.

Além de Ivan, o evento terá também a participação de Fábio Yabu (Combo Rangers) do jornalista Paulo Gustavo Pereira e do editor Levi Trindade ( Wizmania), que irão conversar com o pessoal.
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Dimensão DC: Lanterna Verde #11

August 17th, 2009 No comments

Dimensão DC #11

Faz tempo que eu não faço um review da revista Dimensão DC, o melhor mix de quadrinhos atualmente no mercado. Como  vocês lembram (ou não), depois de Guerra dos Anéis, o autor Geoff Johns resolveu recontar e atualizar a origem de Hal Jordan. Além disso também começaram a ser publicadas as histórias do Gladiador Dourado, também escritas por Johns.

Lanterna Verde

green lantern 30 cover

Nessa 11° edição chegamos na terceira parte do arco “Origem Secreta“. As outras duas partes não estavam ruins, mais faltava um pouco de ação, o que nesse tem de sobra, além de momentos engraçados proporcionados pela entrada de Killowog na trama, responsável pelo treinamento nos novos lanternas verdes. O roteiro está muito bom, como é o de costume nas histórias contadas por Johns, que sabe equilibrar como poucos ação, humor e drma. Uma ótima oportunidade para quem não conhece o personagem passar a conhecer a sua origem.

Não posso deixar de falar também do ótimo trabalho da equipe de arte da revista. O desenhistas Ivan Reis, além de desenhar muito bem, tem bastante criatividade da hora de criar os alienígenas “figurantes” que aparecem na história

Origem Secreta parte 3

Roteiros: Geoff Johns  Arte: Ivan Reis

Arte-final: Oclair Albert  Cores: Randy Mayor

Nota 9

Arquivos Confidenciais  SJA

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Assim como Liga da Justiça, a Sociedade de Justiça da América também possuiu sua série de histórias “confidenciais”, e assim como as da Liga, as da Sociedade são sofríveis, ao menos por julgar pelas histórias focadas no Lanterna Verde Original do universo DC, o Alan Scott, que não faz parte da Tropa dos Lanternas Verdes e não está ligado ao fatos que vem ocorrendo com estes (com a tropa, cacilds!), como a Guerra dos Anéis.

O arco “Fantasmas dos Natais Passados” é encheção de linguiça. O autor tenta explorar a relação de pai e filho entre Scott e sua falecida filha, Jade, e a culpa por dele por ter vivido tão pouco tempo ao lado dela e não ter ajudado a criá-la. No meio disso temos alguma troca de sopapos com Vandal Savage, o vilão, sem nenhuma motivação (a rima não foi intencional, acredite), parecendo que queria apenas praticar seu instinto natural de vilania e estragar o dia dos heróis, fazendo o de sempre: estraga um dia de festa, assusta a todos, pega um ou outro de refém, e no final acaba nocauteado e preso pela polícia (?!?)

Fantasmas dos Natais Passados

Roteiros: Junior Thomas   Arte: Staz Johnson & Mike Norton

Arte-final: Rodney Ramos & Mike Norton  Cores: Alan Passalaqua

Nota 5

Tropa dos Lanternas Verdes

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Enquanto a origem de Hal Jordan é recontada, a revista da Tropa dos Lanternas Verdes continua mostrando a Tropa pós-Guera dos Anéis. Mongul se apoderou de vários anéis amarelos e começa a usá-los em benefício próprio. Os Lanternas foram atrás desses anéis, para capturá-los e prendê-los em OA.

A trama está bem aventuresca, com um clima de exploração espacial, que é justamente o que pede uma revista sobre a Tropa dos Lanternas. O Roteirista Peter Tomasi faz um trabalho competente, mantendo a atenção do leitor até o fim. A arte está boa, só que há momentos que chegam a ser quase constrangedores, como nas páginas 27, 28, 31, 35 e 36, onde se percebe que o desenhista tem uma grande dificuldade em desenhar rostos. Repare o mesmo problema na capa. O Lanterna Kyle Rainier parece mais um c]ao nervoso mostrando os dentes do que qualquer outra coisa.

Roteiros: Peter J. Tomasi   Arte: Patrick Gleason & Mike Norton

Arte-final: Drew Geracy  Cores: Guy Major

Nota 8,5

Gladiador Dourado

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Já fiz um review-resumão das primeiras edições de Gladiador Dourado, na qual eu dei nota 10 pra histórias escritas por Geoff Jhons, num projeto que parecida um tanto suicida: Dar uma revista mensal para um personagem de segundo escalão da DC. Jhons surpreendeu as histórias do Gladiador seguem excelentes.

Jhons vem explorando a viangens no tempo dentro da cronologia DC, e vem fazendo coisas bem ousadas, como matar mais da metade dos heróis da editora, alterando a “realidade” do Universo (Universo, Multiverso, quem entende isso?) DC . Isso cria situações interessantes, como nessa edição, onde a Liga da Justiça Internacional é reativada pelo Besouro Azul e pelo Gladiador Dourado, como última chance para salvar o dia, o universo e tudo o mais. O resultado é ótimo, mas não sei se quem não leu ao menos algumas coisas dessa Liga da Justiça escrachada dos anos 90 vai achar a mesma graça na história comparado com quem leu.

Concerteza a maioria dos leitores  está esperando pra ver com Jhons vai desfazer a bagunça temporal que ele mesmo fez, e se alguma dessas mudanças vai ser adotada nas outras revistas da DC, como algum personagem morto ou ressucitado. Aguardemos.

Azul e Dourado cap. 4: Reunindo toda a turma

Roteiros: Geoff Johns & Jeff Katz  Arte: Dan Jurgens

Arte-final: Norm Rapmund  Cores: Hi-Fi

Nota 10

***

Leia também A nova DC da Panini

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