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Géssica Hellmann
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16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres 25 de Novembro a 10 de Dezembro de 2005

Folder 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres - 2005
- 20 de Novembro: Dia Nacional da Consciência Negra
(data brasileira)
- 25 de Novembro: Dia Internacional pela Eliminação da
Violência Contra a Mulher
- 01 de Dezembro: Dia Mundial de Luta contra a Aids
- 06 de Dezembro: Data do Massacre de Montreal
- 10 de Dezembro: Dia Internacional dos Direitos Humanos
Em 2005 a Campanha Mundial “16 Dias de Ativismo” ressaltará a inter-relação entre a violência contra a mulher e a pandemia de HIV/AIDS, pois a violência e a discriminação contra a mulher diminuem-lhe a possibilidade de se proteger da infecção por HIV e limita o acesso aos serviços de
saúde – o que constitui uma violação dos direitos humanos das mulheres em todo o mundo.
A Campanha Mundial “16 Dias de Ativismo” é coordenada, desde 1991, pelo Centro para a Liderança Global das Mulheres (CWGL).
No Brasil, a Rede Feminista de Saúde integra a Campanha Mundial “16 Dias de Ativismo”, que é coordenada pela Agende – Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento.
Violência Contra as Mulheres
A violência contra a mulher é um ato de discriminação e uma violação dos direitos humanos tais como:direito à liberdade,à saúde,à segurança,à proteção em condições de igualdade,de não ser submetida a torturas ou tratamentos cruéis,inumanos ou degradantes,e o direito à vida (CEDAW).
A Campanha 25 de Novembro: Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher baseia-se nos seguintes princípios:
- a mulher tem direito de viver uma vida livre de violências. Portanto, a violência contra a mulher é uma violação de seus direitos humanos fundamentais;
- a violência contra a mulher sempre acarreta impactos severos em sua saúde física e mental, e deve ser considerada um problema de saúde pública que merece atenção prioritária;
- a mulher deve ter acesso à informação e à orientação a respeito de leis e instrumentos que a protegem e como utilizá-los;
- a mulher agredida (física, psicológica ou racialmente) deve ser acolhida com prontidão, sensibilidade e empatia pelas distintas instâncias encarregadas de sua atenção; e
- a violência de gênero deve ser enfrentada a partir de um enfoque multidisciplinar e multissetorial, e sua erradicação deve constituir um compromisso de toda a sociedade.
Nos próximos três anos (2005-2007), a Campanha 25 de Novembro, coordenada pela RSMLAC – Rede de Saúde das Mulheres Latino-americanas e do Caribe -, objetiva denunciar e documentar o vínculo indissociável entre violência de gênero e seu impacto direto na saúde da mulher.
Fonte: Rede Feminista de Saúde







