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Denúncia é pouco comum em casos de violência sexual | Sexualidade by géh

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Géssica Hellmann
E-mail: geh@gehspace.com
http://redegehspace.gehspace.com

Denúncia é pouco comum em casos de violência sexual


Fonte: http://www.agende.org.br/16dias/DadosInformacoes/vi_02.asp

Dados

* 16% das mulheres que sofrem violência sexual contraem algum tipo de DST e uma em cada mil é infectada pelo HIV.

* São registrados 15 mil estupros por ano que podem ocasionar gravidez indesejada e DST/Aids. A informação é das Delegacias Especializadas no Atendimento às Mulheres, 2003.

* Anualmente, são realizados cerca de um milhão de abortos, a maior parte deles clandestinos. No Brasil, a interrupção voluntária da gestação é permitida apenas em caso de risco de morte da mãe ou se ela for resultado de estupro. Os números são do Center for Reproductive, 2004.

* De cada cinco mulheres, uma será vítima ou sofrerá uma tentativa de estupro até o fim de sua vida, segundo a Anistia Internacional, 2004.

* 1 bilhão de mulheres, ou uma em cada três do planeta já foi espancada, forçada a ter relações sexuais ou submetidas a algum outro tipo de abuso. 20% das mulheres são alvo de estupro, de acordo com a Anistia Internacional, 2004.

* A cada ano são diretamente afetadas pela violência sexual cerca de um milhão de crianças. Dessas, estima-se que 100 mil casos estejam distribuídos entre Brasil, Filipinas e Taiwan. A informação é do Unicef, 2000.

* Um em cada cinco dias de falta ao trabalho é causado pela violência sofrida pelas mulheres dentro de suas casas, incluindo a sexual. A violência doméstica faz com que a mulher perca um ano de vida saudável, a cada cinco anos, de acordo com o BID, 1993.

* As mulheres negras entre 16 e 24 anos têm três vezes mais a probabilidade de serem estupradas que as mulheres brancas, segundo a ONU, 2004.

* De 85 a 115 milhões de meninas e mulheres são submetidas a alguma forma de mutilação genital por ano, segundo a ONU, 1999.

* As mulheres latinas, particularmente as brasileiras e argentinas, são as mais expostas a crimes sexuais no mundo. A América Latina registra os mais altos índices de crimes sexuais. Cerca de 70% dos casos de violência sexual são estupros, tentativas de estupro e outras agressões sexuais. A informação faz parte do relatório O Estado das Cidades do Mundo, divulgado pela ONU, 2004-05.

* Pesquisa realizada no Brasil, entre 2000 e 2001, sob a coordenação da Organização Mundial da Saúde, constatou que 10% das mulheres na área urbana e 14% na área rural disseram já haver sido forçadas fisicamente a ter relações sexuais quando não queriam, ou forçadas a práticas sexuais por medo do que o parceiro pudesse fazer, ou forçadas a uma prática sexual degradante ou humilhante.

* A violência física e/ou sexual cometida alguma vez na vida pelo parceiro foi relatada por 29% das mulheres da cidade e 37% do campo.

* Em alguns países, até 69% das mulheres relatam terem sido agredidas fisicamente e até 47% declaram que sua primeira relação sexual foi forçada, segundo a OMS, 2002.

One Response “Denúncia é pouco comum em casos de violência sexual”

  1. sonia andrade says:
    Hoje moro em New York com minha filha Mariana que hj esta com 17 anos e foi abusada pelo pai biologico dos 8 aos 12 anos.Quando descobri o q acontecia comecou uma longa caminhada.Delegacia da Mulher, Forum da Infancia e da Juventude, recebemos varias visitas da Assistente Social q preparou um relatorio totalmente favoravel para indiciar o maldito, psicologas que trabalham especificamente em caso de abuso o Crame em Sao jose do Rio Preto, foram muitas idas e vindas para q o relatorio chegasse bem ao ministerio publico e ele fosse indiciado por esse crime barbaro que cometeu com a propria filha ao longo dos anos.Uma luta incessante eu travei, para chegar no final o caso ser arquivado por falta de provas.Primeiro o q sei eh que esse tipo de crime nao existe provas, pois o abusador tem uma grande capacidade de esconder de fazer tudo tao bem escondido que no final so sobra a palavra da crianca como prova, mas a riqueza de detalhes e o sofrimento estampado no rosto de minha filha nao foram motivos suficientes para que o promotor acreditasse na culpa desse carrasco e arquivasse o caso deixando mais um louco solto pra cometer outros crimes igualmente horrendos.Minha filha tem grandes sequelas desses abusos que sofreu durante anos e com muita frequencia e a justica brasileira nada fez.Tudo isso pra mim e demagogia pura, nao adianta a gente se expor, expor as nossas filhas a repetirem exaustivamente a mesma historia, chorando a cada relato e se envergonhando diante de pessoas que supostamente estariam ali para ajudar.Mas ma verdade o que eles procuram, ministerio publico, Crame, Delegacia da Mulher, sao estatiscas para serem a presentadas para a Onu, ou sei la mais pra quem.Minha filha se tormou estatisca nesse pais sem lei e sem coerencia.Foi mais uma vez abusada, dessa vez pola chamada justica, e ESTATUTO DA CRIANCA E DO ADOLECENTE, me enoja ter passado por tudo que passei, me enoja a justica brasileira.Meu sonho era falar tudo isso em rede nacional e demascarar esse esquema governamental que pra mim nao passa de uma comedia.Hoje estou aqui na America tentando ajudar minha filha que e uma sobrevivente do Abuso Sexual, que foi covardemente calada pela Justica Brasileira enquanto o agressor goza de plena liberdade para cometer novos crimes ja que ficou constatada a impunidade que circula solta por esse pais que naum considero mais como meu, somos pessoas sem patria, sem referencia, porque um pais que desconhece vitimas de pedofilia cometida pelo proprio pai naum pode ser patria de pessoas que sofrem de abuso e sim e patria de abusadores como A…, que acabou com nossas vidas deixando em nos marcas irreversiveis

    ***NOTA DA EDITORA*** Peço perdão à Sônia por ter que cortar o nome completo desse monstro em seu comentário mas, como você mesma disse, perante a Justiça brasileira ele é “inocente”. Ao publicar o nome dele aqui junto com a acusação, você e eu estaríamos sujeitas a, pasme, ser processadas por ele, por crime de “calúnia”!

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