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	<title>Sexualidade by géh &#187; fotografia</title>
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	<description>Sexualidade: artigos de pesquisa e entrevistas</description>
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		<title>Entrevista com Jozé de Abreu</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 23:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Géssica Hellmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[edições 31 a 35]]></category>
		<category><![CDATA[erotismo]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>por Géssica Hellmann</p>
<p class="wp-caption-text">Foto por Jozé de Abreu</p>
<p>Géh &#8211; Perfil pessoal: Quem é Jozé de Abreu? Há quanto tempo está no ramo da fotografia? Pode falar sobre <a href="http://gehspace.com/sexualidade/2008/12/08/entrevista-com-joze-de-abreu/"  >&#187;&#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Géssica Hellmann</em></p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 360px"><img title="Foto por Jozé de Abreu" src="http://gehspace.com/edicao%2034%20imagens/rd-100-b400.jpg" alt="Foto por Jozé de Abreu" width="350" height="263" /><p class="wp-caption-text">Foto por Jozé de Abreu</p></div>
<p>Géh &#8211; Perfil pessoal: Quem é Jozé de Abreu? Há quanto tempo está no ramo da fotografia? Pode falar sobre sua trajetória?</p>
<p>Jozé de Abreu: Poxa, se você me disser quem sou eu, ficarei eternamente agradecido. Pergunta difícil, moça. Sou ator de muitos papéis, malabarista por necessidade, gozador por opção, cheio de dúvidas e dívidas, como todo brasileiro que já passou dos 50. Tenho mulher, filhos, uma casa e muitos livros. Sou um privilegiado!</p>
<p>A fotografia entrou muito cedo em minha vida. Meu avô tinha uma coleção de daguerreótipos e cartões-postais franceses do início do século passado, com belas mulheres nuas. Eu era menino ainda e ele me mostrava às escondidas. Deve ter vindo daí meu interesse pela fotografia erótica. Mas só comecei a fotografar aos 25 anos, quando comprei minha primeira câmera.</p>
<p>Tem uma coisa que faço questão de deixar claro: não sou fotógrafo profissional. Raramente ganho dinheiro com minhas fotos.</p>
<p>Géh &#8211; Erotismo nos meios de comunicação: Fala-se muito sobre uma erotização crescente da exibição do corpo feminino por parte dos meios de comunicação brasileiros. Você concorda com essa visão? Em caso positivo, a que você atribui esse fenômeno? Em caso negativo, o que você diria sobre esse assunto?</p>
<p>Jozé de Abreu: Existe, sim, mas o fenômeno não é novo nem se restringe ao Brasil. Erotismo vende e a lógica da mídia ocidental é, obviamente, capitalista. Há mais de 30 anos, as Chacretes já faziam as delícias dos marmanjos rebolando aquelas bundas imensas na TV, em pleno sábado à tarde. Acho que às vezes rola um certo exagero na TV aberta, mas os códigos de auto-regulamentação são eficientes e terminam ajustando as coisas. Na verdade, não acho que essa seja uma questão muito importante. Pior, bem pior, é a banalização do mal, da violência. Prefiro ter filhos erotizados do que ter filhos bandidos.</p>
<p>Géh &#8211; Fronteiras entre erotismo e pornografia: A discussão sobre os limites entre &#8220;erotismo&#8221; e &#8220;pornografia&#8221; é um tema recorrente. Um exemplo é o de uma campanha humorística na web que exibia um banner com os dizeres &#8220;Abaixo as fotos sensuais! Quero ver mulher pelada&#8221;. Como diferenciar o que é o &#8220;nu artístico&#8221;, a &#8220;fotografia erótica&#8221; e a &#8220;fotografia pornográfica&#8221;? Como fotógrafo, qual a sua opinião sobre o limite entre arte e pornografia?</p>
<p>Jozé de Abreu: Essa é uma discussão estéril. A fronteira entre o erótico e o pornográfico é difusa, subjetiva e pessoal. Muda de acordo com a época, com a cultura. Durante a ditadura, era proibido mostrar os mamilos e os pelos pubianos. As modelos que saiam na Playboy não tinham pentelhos nem mamilos, pareciam umas &#8220;Barbies&#8221;. Hoje a Playboy é lida até em sala de espera de dentista e ninguém engasga com os pentelhos.</p>
<p>Acho a expressão &#8220;nu artístico&#8221; muito pedante. Qual seria o oposto do nu artístico? &#8220;Artístico&#8221; aí é usado como sinônimo de bom gosto e, nós sabemos, o bom gosto é socialmente determinado. Nem toda nudez tem apelo sexual. Por exemplo, as fotos do Spencer Tunik, aquele que fotografa um monte de gente nua amontoada nas ruas, não são eróticas, nem pornográficas. São políticas.</p>
<p>Mas, vamos lá! Do ponto de vista de quem consome: Pornográfica é a foto que você não se sente à vontade de admirar junto com seus pais ou com seus filhos. Do ponto de vista de quem produz: a foto é pornográfica quando tem a intenção de provocar excitação sexual. Pelo menos, essa é a distinção que me ocorre no momento.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 288px"><img title="Foto por Jozé de Abreu" src="http://gehspace.com/edicao%2034%20imagens/carol-125-d.jpg" alt="Foto por Jozé de Abreu" width="278" height="370" /><p class="wp-caption-text">Foto por Jozé de Abreu</p></div>
<p>Géh &#8211;  Pornografia e Internet: Recentemente, a Internet deu novo fôlego à indústria pornográfica, que fatura hoje pelo menos vinte vezes mais do que nas décadas de 1980 e de 1990. Agora se pode ter acesso a imagens e vídeos de sexo com um simples clique do mouse. A que você atribui esta incrível demanda?</p>
<p>Jozé de Abreu: De certo modo, a Internet democratizou o acesso a esse tipo de material. E as páginas com conteúdo sexual são realmente as campeãs de acesso. Acho que isso se deve a vários fatores. A maioria dos internautas é jovens, esse é o primeiro ponto. Outro aspecto importante é que a Internet permite que as pessoas acessem esse tipo de material sem se exporem, sem ter que ir à banca de revista ou à locadora de vídeo.</p>
<p>Géh &#8211; Masturbação: Percebe-se na mídia a crescente busca por imagens do corpo nu erotizado, atividades sexuais, com finalidade primariamente masturbatória. Na sua opinião o público masculino ainda é o maior consumidor neste mercado?</p>
<p>Jozé de Abreu: O público masculino ainda é maioria, mas isso vem mudando. É cada dia maior o número de mulheres que consomem material pornográfico. As estatísticas dos sites pagos mostram isso claramente. O número de assinantes do sexo feminino vem aumentando consistentemente.</p>
<p>Géh &#8211; Influência social da pornografia: Existem opiniões contraditórias sobre a pornografia em geral. Alguns sugerem que há uma relação entre pornografia e estupro, e outras formas de violência. Já a escritora Wendy McElroy afirma que: &#8220;Ela estimula fantasias sexuais. Ensina a pessoa a ter prazer no sexo&#8221;. Para outros, a pornografia incentiva a tratar o sexo com franqueza. &#8220;A pornografia beneficia as mulheres&#8221;, diz a escritora. Qual a sua visão sobre a influência social da pornografia?</p>
<p>Jozé de Abreu: Concordo com a Wendy. A pornografia é necessária e desejável. Ela confronta as pessoas com suas próprias fantasias, faz com que o homem ou mulher constate que não está sozinho em suas esquisitices, que existem outras pessoas que compartilham os mesmos gostos e interesses. A pornografia tem um lado educativo também. Mas é preciso ter em mente que os filmes pornográficos são ficção. Quem assiste ao Homem Aranha não sai por aí tentando saltar entre os edifícios. Do mesmo modo, quem assiste filme pornô não deve tomar o desempenho dos atores e atrizes como referência para seu próprio desempenho.</p>
<p>Géh &#8211; Vício Pornográfico: Nem todo mundo que vê pornografia ficará viciado. Alguns, talvez, apenas ficarão com algumas idéias distorcidas sobre mulher, sexo, casamento e crianças. Porém, outros terão algum tipo de abertura emocional que permitirá que o vício tome lugar. A pornografia pode distorcer o conceito que a pessoa tem sobre o sexo oposto?</p>
<p>Jozé de Abreu: Claro que pode. Toda mídia tem essa capacidade de distorcer conceitos e percepções. Portanto, não é só a pornografia que pode levar a uma visão distorcida do outro. Os programas de auditório, por exemplo, fazem isso de forma muito mais eficiente.</p>
<p>Géh &#8211; A Estética do belo: Na sua opinião, como apreciador da fotografia, gostaria que abordasse a &#8220;estética do belo&#8221; na fotografia primeiramente:</p>
<p>- Num conceito geral sobre fotografia:</p>
<p>Jozé de Abreu: Os conceitos estéticos mudam com o tempo. O problema é que, hoje, essas mudanças se processam mais rapidamente. Alguns fotógrafos conseguem superar isso e fazer fotos atemporais, que são belas hoje e continuarão sendo daqui a 50, 100 anos. Acho que o segredo é não se deixar influenciar por padrões impostos, ter um olhar só seu, mas isso nem sempre é possível.</p>
<p>Quem fotografa para revistas, por exemplo, não tem como escapar à ditadura da estética imposta pela mídia. Fotógrafos como Helmut Newton, Robert Maplethorpe e Irina Ionesco são exceções. A Irina, por exemplo, disse certa vez o seguinte: &#8220;em fotografia, só o que é estranho me interessa&#8221;.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 390px"><img title="Foto por Jozé de Abreu" src="http://gehspace.com/edicao%2034%20imagens/livia60.jpg" alt="Foto por Jozé de Abreu" width="380" height="284" /><p class="wp-caption-text">Foto por Jozé de Abreu</p></div>
<p>Géh:- Na fotografia do corpo, fotografia sensual:</p>
<p>Jozé de Abreu: O corpo é sempre um desafio e é isso que me fascina: conseguir uma abordagem nova e surpreendente. Claro que a técnica conta. A luz, o equipamento, a produção cuidadosa. Mas isso não basta. Fundamental mesmo é o olhar.</p>
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		<title>Entrevista &#8211; Aluízio Derizans</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 20:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Géssica Hellmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[edições 31 a 35]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[produção fotográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>por Géssica Hellmann</p>
<p>Meu primeiro contato com Aluizio Derizans foi através de seu site, admirando sua magnífica produção fotográfica, que inclui um pouco de tudo, mas em que <a href="http://gehspace.com/sexualidade/2008/12/08/entrevista-aluizio-derizans/"  >&#187;&#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Géssica Hellmann</em></p>
<p>Meu primeiro contato com Aluizio Derizans foi através de seu site, admirando sua magnífica produção fotográfica, que inclui um pouco de tudo, mas em que se destacam suas imagens flores, vestidas e despidas: de orquídeas a lindas mulheres. Um perfeito cavalheiro, homem de papo sempre interessante, agradável e bem-informado, Aluizio Derizans merece ser ouvido atentamente por quem ama a fotografia em geral &#8211; e as imagens de belas flores em especial.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 448px"><img title="Aluízio Derizans por Ivan de Almeida" src="http://www.gehspace.com/edicao%2031%20imagens/derizans.jpg" alt="Aluízio Derizans por Ivan de Almeida" width="438" height="300" /><p class="wp-caption-text">Aluízio Derizans por Ivan de Almeida</p></div>
<p>Géh: Quem é Aluízio Derizans? Há quanto tempo está no ramo da fotografia?<br />
Derizans: Carioca, de 72 anos, liberal, mangueirense e, atualmente, desocupado.<br />
Há cinco anos não tenho feito outra coisa exceto fotografar e estudar fotografia.</p>
<p>Géh: Numa profissão apaixonante como a da fotografia, quais são as barreiras mais difíceis?</p>
<p>Derizans: No início, uma forte autocrítica e, depois, a aceitação de suas próprias limitações. Por exemplo, gosto de imaginar como um determinado objetivo poderia ser visto por outros olhos. Mais ou menos como se, em vez de fotógrafo, eu fosse um pintor. Alguns de meus últimos trabalhos estão se situando nesta linha.</p>
<p>Sobre esse tema, vale acrescentar que eu só me permiti tais exercícios após a entrada das câmeras digitais de captura de imagens, que todos chamamos simplesmente de digitais. Defendo que a fotografia tradicional, isto é, aquela que usa o filme ou o cromo, é &#8220;imexível&#8221;. Creio no conceito de &#8220;escrita com a luz&#8221; &#8211; quando a luz através da objetiva impregna ou emulsiona o filme absolutamente. Uma única via. Com as digitais, a história é outra: a mesma luz passa por um sensor subordinado a um software ou um firmware que impõe condições (que variam de digital, fabricante, modelo, etc.) não mais tão naturais quanto o método tradicional. Assim, se é algo que não foi a luz quem escreveu, que não é realmente o que foi capturado, por que não usar os mesmos sistemas e criar uma outra imagem mais ao meu gosto, ou talvez, como eu gostaria de vê-la? Esta minha argumentação, com certeza, não será aceita pelos &#8220;capturadores&#8221; de imagens digitais mas, que fazer? Não existe mais Inquisição!</p>
<p>Géh: Quando você tomou contato com a fotografia do nu artístico, e o que ela representa para você?</p>
<p>Derizans: Visitando a Feira do Palácio do Catete fui apresentado ao Góes, que expõe lá seus trabalhos em P&amp;B. Ele faz uma fotografia muito realista e, mesmo quando usa artifícios de iluminação, por exemplo, a liberdade da modelo não é tolhida. Como não gosto de estúdio, que é o campo mais usado por ele, propus que ele viesse à minha casa para analisarmos um workshop de fotografia de nus ao ar livre. A conseqüência foi que, até agora, fizemos três. Fotografar o nu feminino, para mim, é a possibilidade de conseguir fotografar o perfeito. As curvas, as sombras, os poros, a cor da pele, a vida que se sente dentro do corpo da modelo, tudo isso forma o perfeito. Mas o nu não é perfeito em função da juventude, beleza ou sensualidade que a modelo mostra. É perfeito para mim o que se consegue ver no rosto de uma modelo menos jovem, menos escultural, menos plástica. O perfeito é aquilo que eu vou conseguir alcançar quando a fotografia estiver pronta e aquelas coisas que chamam, geralmente, a atenção de quem olha para um nu deixarem de ser importantes. O que passou a ser importante é o contexto da obra em sua essência mais ampla. É única. É perfeita.</p>
<p>Géh: Como é o preparo de uma produção fotográfica de nu?</p>
<p>Derizans: Basicamente, é necessária uma interação completa de modelo e fotógrafo. Caso a comunicação entre os dois não seja a mais absoluta, não adianta nem tentar. Para mim o estúdio é cerceante. O modelo fica sujeito aos efeitos artificiais da iluminação e então a realidade fica descaracterizada. A luz ambiente, digamos assim, se integra ao modelo. A sombra do redor se mescla com as sombras das curvas do corpo e tudo fica mais suave, mais natural, mais autêntico. Em um estúdio é possível &#8220;mascarar&#8221; a realidade. Então, se a modelo não for uma pin-up, com uma luz aqui, outra ali, uma curva da anca mais ou menos acentuada, um seio meio que escondido, etc, eis aqui a imagem de uma mulher dentro dos padrões de beleza. Já ao ar livre, o bicho pega!</p>
<p>Géh: O que você faz para que uma fotografia de nu não se torne vulgar?</p>
<p>Derizans: Conseguir essa interação. E, quando o trabalho, ao término, conduzir o espectador à admiração do trabalho como um todo.</p>
<p>Géh: Como você propõe o projeto para a modelo? Já aconteceram recusas? Como quebrar o gelo inicial?</p>
<p>Derizans: São duas situações distintas: a modelo profissional e aquela mulher que quer ser fotografada, geralmente, para guardar uma lembrança, presentear o companheiro, se auto-afirmar. Nunca tive recusas. No segundo caso sou procurado por pessoas que já tomaram uma decisão. Sempre dou um documento que garante sigilo e compromisso de não divulgar o resultado a ninguém sob qualquer pretexto. Fotografo por partes. Primeiro vestida e, depois, como se fosse uma sessão de strip.</p>
<p>Géh: Você pode desenvolver um pouco mais suas idéias sobre a relação modelo-fotógrafo?</p>
<p>Derizans: Não pode deixar de ser de absoluta e total confiança. Seja uma profissional ou uma mulher que quer se ver fotografada. Nunca parto para uma sessão de fotos com uma não-profissional sem primeiro me encontrar com a modelo pelo menos duas vezes. É das conversas que mantivermos que vou saber como começar o trabalho. Uma senhora de meia-idade, mais do que disposta a ser fotografada precisou de três sessões vestida e meio vestida para poder tomar coragem. Com outra mais jovem, foi diferente. Não houve jeito. Esteve aqui por duas vezes e não conseguiu se despir. Nem quando veio com o marido. De qualquer forma, a confiança mútua é definitiva como caminho para uma sessão de fotos com sucesso.</p>
<p>Géh: Quanto tempo uma sessão fotográfica dura em média?</p>
<p>Derizans: Uma manhã ou uma tarde. Depende, pois como só faço ao ar livre, existe o problema da luz, sombras, etc.</p>
<p>Géh: Podemos afirmar que na mídia, em relação à imagem do corpo feminino, o que mais se vende é a da &#8220;mulher-objeto&#8221;. Na sua opinião porque esta &#8220;fome&#8221; deste tipo de representação?</p>
<p>Derizans: Pobreza. De certas mídias e de seus leitores.</p>
<p>Géh: Os fotógrafos iniciantes sempre querem saber dos profissionais qual é a dica mais essencial para um amador. Que conselhos você daria aos leitores que desejam iniciar na fotografia do nu?</p>
<p>Derizans: Procurem um bom professor e deixem a libido em casa quando forem fotografar.</p>
<p>Géh: Para conhecer melhor o seu trabalho, como o interessado pode se comunicar?</p>
<p>Derizans: aluizio.derizans@terra.com.br &#8211; 55 21 33225277 99755192</p>
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